Bota
Eduardo Ochôa Lucca · nasceu em 1979
Bota disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Iraí (RS)), pelo PP: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 33 anos, superior incompleto, estudante, bolsista, estagiário e assemelhados. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Bota declarou R$ 54,8 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 61% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- BotaR$ 54,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2012, Bota declarou ao TSE R$ 2,7 mil em receitas, em reais de hoje.
2012 · Vereador · Iraí (RS) · PP · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 2.43090,3%
- Próprio bolsoR$ 2609,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.43090,3%
- OutrosR$ 2609,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Iraí (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 28,2 por voto. Quem venceu, Fábio Schnell, gastou R$ 10,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 52,1; o mais barato, R$ 10,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maristela Panegalli PTR$ 6,6 mil · 126 votosR$ 52,1
- Alemão PDTR$ 8,4 mil · 167 votosR$ 50,5
- Marquinhos Larentis MDBR$ 6 mil · 148 votosR$ 40,3
- Nelson Lazzare MDBR$ 6,5 mil · 167 votosR$ 38,7
- Jadir Jacinto PTR$ 5,7 mil · 195 votosR$ 29,4
- Gilson Conzatti MDBR$ 7 mil · 249 votosR$ 28,3
- Mauro Poncio PPR$ 4,3 mil · 151 votosR$ 28,2
- Nequinho PPR$ 6,7 mil · 262 votosR$ 25,6
- Professora Noca PTR$ 5,6 mil · 229 votosR$ 24,6
- Professor Esequiel MDBR$ 7,4 mil · 309 votosR$ 23,8
- Carlinhos Bertin PTR$ 3,6 mil · 193 votosR$ 18,5
- Fábio Schnell PPR$ 4,3 mil · 400 votosR$ 10,8
Votos por real
- 2012, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.