Apuração
Vereador · 2020 · PTB

Bosco da Federal

Joao Bosco Costa · nasceu em 1956

Bosco da Federal se candidatou em 6 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,21← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PSB2008PV2012PTB2016DC2018CIDADANIA2020PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2018 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

Passou por 5 partidos: PSB (2006), PV (2008), PTB (2012), DC (2016), CIDADANIA (2018), PTB (2020).

SenadorDep. federalVereadorPartidoPSBPVPTBDCCIDADANIAPTB20062008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, superior completo, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Porto Velho (RO)
    PTB 14567· centro-direita
    suplente
  2. 2018
    Senador · Rondônia
    CIDADANIA 234· centro
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  3. 2016
    Vereador · Porto Velho (RO)
    DC 27123· direita
    suplente
  4. 2012
    Vereador · Porto Velho (RO)
    PTB 14580· centro-direita· na urna, João Bosco
    suplente1.688 votos
  5. 2008
    Vereador · Porto Velho (RO)
    PV 43456· centro-esquerda· na urna, João Bosco da Federal
    suplente1.717 votos
  6. 2006
    Deputado federal · Rondônia
    PSB 4000· centro-esquerda· na urna, João Bosco da Polícia Federal
    suplente5.848 votos; 30º mais votado de 69 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Bosco da Federal teve 5.848 votos para deputado federal, 0,8% dos votos válidos do estado: 30º lugar entre 69 candidatos.

Recebeu votos em 41 cidades. Porto Velho deu 78,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,7%.

5.848 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 5.848 votos.
  1. Porto Velho (RO)4.559 votos78%
  2. Ji-Paraná (RO)171 votos2,9%
  3. Guajará-Mirim (RO)169 votos2,9%
  4. Ariquemes (RO)137 votos2,3%
  5. Nova Mamoré (RO)133 votos2,3%
  6. Outras 26 cidades192 votos3,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Bosco da Federal declarou R$ 94,2 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 94,2 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 43.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2012.

  • Bosco da FederalR$ 94,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 83,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 195 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 94,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Bosco da Federal declarou ao TSE R$ 407 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para senador: R$ 117 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Porto Velho (RO) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 26,7 mil
21% veio de fundos públicos; 25 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 26,7 mil.
  1. PessoasR$ 18,7 mil69,8%
  2. Fundo eleitoralR$ 5.66121,2%
  3. Próprio bolsoR$ 2.4069%

Para onde foi

R$ 3.910
O maior gasto foi com serviços: 98% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.910.
  1. ServiçosR$ 3.82197,7%
  2. EscritórioR$ 892,3%

As contas de 2020 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: vereador, Porto Velho (RO), 2020

Mediana da disputa: R$ 72,3 por voto. Quem venceu, Edvilson Negreiros, gastou R$ 23,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.781; o mais barato, R$ 23,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Mari Do Treino De Rua PSLR$ 159 mil · 89 votosR$ 1.781
  • Siça Da Banda PSLR$ 177 mil · 576 votosR$ 307
  • Valnei Rocha PDTR$ 70 mil · 724 votosR$ 96,4
  • Severino Ramos DEMR$ 84 mil · 931 votosR$ 90,2
  • Rai Ferreira PSDR$ 159 mil · 1.767 votosR$ 90
  • Isaque Machado PATRIOTAR$ 139 mil · 1.927 votosR$ 72,3
  • Márcio Oliveira MDBR$ 160 mil · 2.270 votosR$ 70,6
  • Marcelo Reis PSDBR$ 76 mil · 1.526 votosR$ 49,8
  • Alisson Sandubas PSDBR$ 73 mil · 1.465 votosR$ 49,5
  • Jurandir Bengala PLR$ 73 mil · 2.527 votosR$ 29
  • Edvilson Negreiros PSBR$ 80 mil · 3.427 votosR$ 23,3

Votos por real

  • 2020, vereador: 231 votos por R$ 1.000, 8,9 vezes a mediana da disputa (contas parciais).
  • 2016, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.