Bosco da Federal
Joao Bosco Costa · nasceu em 1956
Bosco da Federal se candidatou em 6 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2018 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Passou por 5 partidos: PSB (2006), PV (2008), PTB (2012), DC (2016), CIDADANIA (2018), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, superior completo, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2018. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018
- 2016
- 2012
- 2008Vereador · Porto Velho (RO)PV 43456· centro-esquerda· na urna, João Bosco da Federalsuplente1.717 votos
- 2006Deputado federal · RondôniaPSB 4000· centro-esquerda· na urna, João Bosco da Polícia Federalsuplente5.848 votos; 30º mais votado de 69 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Bosco da Federal teve 5.848 votos para deputado federal, 0,8% dos votos válidos do estado: 30º lugar entre 69 candidatos.
Recebeu votos em 41 cidades. Porto Velho deu 78,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Bosco da Federal declarou R$ 94,2 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2012.
- Bosco da FederalR$ 94,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 83,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Bosco da Federal declarou ao TSE R$ 407 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para senador: R$ 117 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Porto Velho (RO) · PTB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 18,7 mil69,8%
- Fundo eleitoralR$ 5.66121,2%
- Próprio bolsoR$ 2.4069%
Para onde foi
- ServiçosR$ 3.82197,7%
- EscritórioR$ 892,3%
As contas de 2020 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.
Quanto custou cada voto: vereador, Porto Velho (RO), 2020
Mediana da disputa: R$ 72,3 por voto. Quem venceu, Edvilson Negreiros, gastou R$ 23,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.781; o mais barato, R$ 23,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Mari Do Treino De Rua PSLR$ 159 mil · 89 votosR$ 1.781
- Siça Da Banda PSLR$ 177 mil · 576 votosR$ 307
- Valnei Rocha PDTR$ 70 mil · 724 votosR$ 96,4
- Severino Ramos DEMR$ 84 mil · 931 votosR$ 90,2
- Rai Ferreira PSDR$ 159 mil · 1.767 votosR$ 90
- Isaque Machado PATRIOTAR$ 139 mil · 1.927 votosR$ 72,3
- Márcio Oliveira MDBR$ 160 mil · 2.270 votosR$ 70,6
- Marcelo Reis PSDBR$ 76 mil · 1.526 votosR$ 49,8
- Alisson Sandubas PSDBR$ 73 mil · 1.465 votosR$ 49,5
- Jurandir Bengala PLR$ 73 mil · 2.527 votosR$ 29
- Edvilson Negreiros PSBR$ 80 mil · 3.427 votosR$ 23,3
Votos por real
- 2020, vereador: 231 votos por R$ 1.000, 8,9 vezes a mediana da disputa (contas parciais).
- 2016, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.