Bortolon
Zeferino Bortolon · nasceu em 1967
Bortolon se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2008–2012), PODE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2010Deputado federal · Mato GrossoPTB 1400· centro-direitasuplente1.289 votos; 42º mais votado de 68 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Bortolon teve 1.289 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 42º lugar entre 68 candidatos.
Recebeu votos em 61 cidades. Lucas do Rio Verde deu 60,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Bortolon declarou R$ 905 mil em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 166,2 mil acima da inflação.
Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2020.
- BortolonR$ 905 mil
- Mediana dos candidatosR$ 58,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 208,3 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Bortolon declarou ao TSE R$ 179 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 84 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Lucas do Rio Verde (MT) · PODE · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 25,5 mil90,2%
- PartidoR$ 2.7679,8%
Para onde foi
- PessoalR$ 19,8 mil90,9%
- TransporteR$ 1.9839,1%
- EscritórioR$ 1< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Lucas do Rio Verde (MT), 2020
Mediana da disputa: R$ 111 por voto. Quem venceu, Marcos Paulista, gastou R$ 37,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 325; o mais barato, R$ 37,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Altamir Rafael Pandini PPR$ 47 mil · 143 votosR$ 325
- Sibele PPR$ 31 mil · 118 votosR$ 260
- Neia PPR$ 47 mil · 195 votosR$ 240
- Zé Do Relógio PPR$ 36 mil · 214 votosR$ 168
- Professora Cristiani PTR$ 29 mil · 180 votosR$ 163
- Wellington Moura PPR$ 44 mil · 283 votosR$ 155
- Sargento Ademil PPR$ 43 mil · 386 votosR$ 111
- Professora Linda PTR$ 29 mil · 305 votosR$ 94,6
- Zinho Pereira PPR$ 33 mil · 447 votosR$ 73,7
- Ruam Villas Boas MDBR$ 32 mil · 583 votosR$ 55,5
- Gelsner Do Balanço Geral PODER$ 36 mil · 791 votosR$ 45,1
- Marcos Paulista PTBR$ 32 mil · 873 votosR$ 37,2
Votos por real
- 2020, vereador: 5,1 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 4,6 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 24 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 266 votos por R$ 1.000, 25 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.