Bonifácio
José Bonifácio Filho · nasceu em 1971
Bonifácio se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 41 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Bonifácio declarou R$ 153,4 mil em bens, em reais de hoje: 23 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 18,6 mil acima da inflação.
Declarou 23 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2012.
- BonifácioR$ 153,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.574
- Mediana dos eleitosR$ 54,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Bonifácio declarou ao TSE R$ 4,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2,8 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Casserengue (PB) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Casserengue (PB), 2012
Mediana da disputa: R$ 13,9 por voto. Quem venceu, Chiquinho, gastou R$ 6,41 por voto. O voto mais caro custou R$ 55,5; o mais barato, R$ 6,41.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Juninho Homero PSDBR$ 3,9 mil · 71 votosR$ 55,5
- Suenya Rosa PSBR$ 7,1 mil · 202 votosR$ 34,9
- Miguel Moreira PLR$ 1,6 mil · 55 votosR$ 29,3
- Maciel De Lourinho DEMR$ 7,3 mil · 276 votosR$ 26,4
- Vanderlan DEMR$ 5 mil · 214 votosR$ 23,3
- Boanerges PSDBR$ 3,5 mil · 239 votosR$ 14,7
- Antonio Macena DEMR$ 4,3 mil · 307 votosR$ 13,9
- Pereira De Lucemar MDBR$ 1,7 mil · 183 votosR$ 9,41
- Paulo PSBR$ 2 mil · 269 votosR$ 7,38
- Junior Neixa MDBR$ 1,5 mil · 208 votosR$ 7,29
- Naná DEMR$ 1,8 mil · 267 votosR$ 6,61
- Chiquinho PSBR$ 1,9 mil · 299 votosR$ 6,41
Votos por real
- 2012, vereador: 132 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 119 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.