Boneco Filho
Maciel Carlos da Silva · nasceu em 1976
Boneco Filho se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Sempre pelo PSD.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 44 anos, até o fundamental, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Boneco Filho declarou R$ 32,5 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Boneco Filho declarou ao TSE R$ 386 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 324.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Feira Nova (PE) · PSD · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Feira Nova (PE), 2020
Mediana da disputa: R$ 26,2 por voto. Quem venceu, Amaro Ramalho, gastou R$ 3,92 por voto. O voto mais caro custou R$ 531; o mais barato, R$ 3,92.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dulce Costureira PSBR$ 4,2 mil · 8 votosR$ 531
- Natalia Do Jacaré PSBR$ 4,2 mil · 9 votosR$ 471
- Elaine Do Jacaré PSBR$ 4,2 mil · 14 votosR$ 303
- Elza Barbosa PSBR$ 4,2 mil · 16 votosR$ 265
- Salu PSBR$ 43 mil · 387 votosR$ 110
- Dona Rosa PTR$ 20 mil · 486 votosR$ 40,8
- Rafael Cândido PSBR$ 11 mil · 432 votosR$ 26,2
- Bruno Chaves PSBR$ 11 mil · 536 votosR$ 21,1
- Cicinho De Antonio Joao PTR$ 2,1 mil · 212 votosR$ 10
- Juba PTR$ 5 mil · 626 votosR$ 7,91
- Josue Da Prestaçao PTR$ 2,1 mil · 386 votosR$ 5,50
- Amaro Ramalho PTR$ 2,1 mil · 541 votosR$ 3,92
Votos por real
- 2016, vereador: 318 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.