Apuração
Vice-prefeito · 2012 · PP

Darcizio Bona

nasceu em 1959

Darcizio Bona se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPP+0,10← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT2012PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PT (2004–2008), PP (2012).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPTPP20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2012, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2012: 53 anos, ensino médio, mecânico de manutenção. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vice-prefeito · Timbó (SC)
    PP 11· direita
    Na chapa de Laércio Schuster
    chapa eleita15.678 votos da chapa, 65,0%
  2. 2008
    Vice-prefeito · Timbó (SC)
    PT 11· centro-esquerda· na urna, Bona
    Na chapa de Laércio Schuster
    chapa eleita15.115 votos da chapa, 66,8%
  3. 2004
    Vereador · Timbó (SC)
    PT 13333· centro-esquerda· na urna, Bona
    eleito732 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Darcizio Bona declarou R$ 287,4 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2012.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.
R$ 287,4 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 131.161 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 287,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Terreno com 610M2 com casa de alvenaria na rua inglaterra…R$ 109,6 mil
    Terreno
  2. Automovel parati VWR$ 84,2 mil
    Mercado futuros, de opções e a termo
  3. Dinheiro especieR$ 31,3 mil
    Dinheiro em espécie
  4. Terreno C/135.550M2 ribeirao pinheiros santa maria bendito…R$ 28,5 mil
    Terreno
  5. Terreno com 36.842R$ 12,7 mil
    Terreno
  6. Bradesco SA 39.531-5R$ 12,1 mil
    Caderneta de poupança
  7. Terreno c/ 262R$ 7.715
    Terreno
  8. Darcizio bona e cia CNPJ 82.125.386/0001-22R$ 1.315
    Quotas ou quinhões de capital

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Darcizio Bona declarou ao TSE R$ 2,1 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Timbó (SC) · PT · eleito

De onde veio

R$ 2.095
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 53% identificado como fundo partidário; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.095.
  1. Fundo partidárioTudo de Direção MunicipalR$ 1.11753,3%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 97746,7%

Para onde foi

R$ 2.095
O maior gasto foi com transporte: 57% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.095. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Qualigrzf Grafica E Editora LtdaR$ 58628%
  2. Pesquisas1 pessoas, não nomeadasR$ 26112,4%
  3. EscritórioR$ 592,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Timbó (SC), 2004

Mediana da disputa: R$ 15,9 por voto. Quem venceu, Marcos Kaestner, gastou R$ 6,46 por voto. O voto mais caro custou R$ 52,9; o mais barato, R$ 6,46.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Jonas Dias De Oliveira PPR$ 16 mil · 303 votosR$ 52,9
  • Alidor Hass MDBR$ 20 mil · 570 votosR$ 34,3
  • Ivo Nones PDTR$ 4,9 mil · 187 votosR$ 26,1
  • Valerio PSDBR$ 5,2 mil · 205 votosR$ 25,4
  • Codi MDBR$ 4,3 mil · 196 votosR$ 22
  • Maurilio PSDBR$ 4,6 mil · 240 votosR$ 19
  • Roberto Agostini PPR$ 14 mil · 910 votosR$ 15,9
  • Maria Pelin PPR$ 6,9 mil · 528 votosR$ 13,1
  • Didmar Borchardt MDBR$ 6,2 mil · 529 votosR$ 11,7
  • Adelor Kruchinski PPR$ 9 mil · 1.009 votosR$ 8,97
  • Ivone Bonatti MDBR$ 4,9 mil · 576 votosR$ 8,48
  • Marcos Kaestner MDBR$ 7,8 mil · 1.211 votosR$ 6,46

Votos por real

  • 2004, vereador: 349 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.