Apuração
Vereador · 2020 · PP

Bolo

Edilson Carlos dos Santos · nasceu em 1978

Bolo se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,43← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PRP2008PRP2012PV2016PROS2020PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.

Passou por 4 partidos: PRP (2004–2008), PV (2012), PROS (2016), PP (2020).

VereadorPartidoPRPPVPROSPP’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, ensino médio, pescador, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PP 11661· direita
    suplente
  2. 2016
    PROS 90661· direita
    suplente200 votos
  3. 2012
    PV 43661· centro-esquerda
    eleito233 votos
  4. 2008
    PRP 44661· direita
    eleito254 votos
  5. 2004
    PRP 44661· direita
    suplente183 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Bolo declarou ao TSE R$ 2,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Salinas da Margarida (BA) · PP · suplente

De onde veio

R$ 495
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 495.
  1. PessoasR$ 35471,4%
  2. Outros candidatosR$ 14228,6%

Para onde foi

R$ 142
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Salinas da Margarida (BA), 2020

Mediana da disputa: R$ 9,47 por voto. Quem venceu, Miguel Pescador, gastou R$ 1,83 por voto. O voto mais caro custou R$ 154; o mais barato, R$ 1,83.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Valdeci Paula PPR$ 7,1 mil · 46 votosR$ 154
  • Leidinha PPR$ 7,1 mil · 132 votosR$ 53,6
  • Dany Da Ótica PDTR$ 1 mil · 23 votosR$ 44,3
  • Pastora Olga MDBR$ 1,4 mil · 40 votosR$ 35,4
  • Euclides Mister PSDR$ 3,2 mil · 109 votosR$ 29,1
  • Elias PSDR$ 1,8 mil · 183 votosR$ 9,67
  • Elsinho Do Marisco PLR$ 1,3 mil · 142 votosR$ 9,47
  • Roger PDTR$ 2,1 mil · 252 votosR$ 8,51
  • Daniel França PLR$ 1,2 mil · 208 votosR$ 5,86
  • Professora Mara PSDR$ 1,8 mil · 361 votosR$ 5,09
  • Aline Mariscadeira PDTR$ 771 · 368 votosR$ 2,10
  • Miguel Pescador PSDR$ 851 · 465 votosR$ 1,83

Votos por real

  • 2020, vereador: 108 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 200 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 190 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.