Bolinha
José Pereira Prudente · nasceu em 1930
Bolinha se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PHS (2004), MDB (2008), PHS (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 80 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público). O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Bolinha declarou R$ 67,4 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- BolinhaR$ 67,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Bolinha declarou ao TSE R$ 646 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 423.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Caxambu (MG) · PHS · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Caxambu (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 62,9 por voto. Quem venceu, Fabio Curi, gastou R$ 26 por voto. O voto mais caro custou R$ 446; o mais barato, R$ 26.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alex Da Policlínica PHSR$ 16 mil · 36 votosR$ 446
- Mário Alves PDTR$ 22 mil · 134 votosR$ 162
- Fife PSDBR$ 11 mil · 129 votosR$ 83,9
- Débora Do Mário MDBR$ 11 mil · 143 votosR$ 76,5
- Peixe AGIRR$ 19 mil · 266 votosR$ 71,8
- Pedro Paul REPUBLICANOSR$ 13 mil · 204 votosR$ 63,5
- Avilmar Hemeterio DEMR$ 14 mil · 225 votosR$ 62,9
- Pastor Rubens PSCR$ 13 mil · 232 votosR$ 55,3
- Marcos Halfeld DEMR$ 12 mil · 241 votosR$ 48
- Chiquinho Da Van PTBR$ 16 mil · 345 votosR$ 47,2
- Kiko Da Coutinho PHSR$ 16 mil · 360 votosR$ 43,5
- Fabio Curi PLR$ 10 mil · 383 votosR$ 26
Votos por real
- 2012, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 161 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 368 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.