Bola
Edson Lopes · nasceu em 1974
Bola se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSD (2016), MDB (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2024: 50 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Bola declarou R$ 3.314 em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2024, o total caiu R$ 16,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4% da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2024.
- BolaR$ 3.314
- Mediana dos candidatosR$ 88,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Bola declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7,4 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Leoberto Leal (SC) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Leoberto Leal (SC), 2020
Mediana da disputa: R$ 23,1 por voto. Quem venceu, Chicão, gastou R$ 2,65 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.763; o mais barato, R$ 2,65.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Aninha Schovinder PPR$ 3,5 mil · 2 votosR$ 1.763
- Jonas Marian PPR$ 3,2 mil · 80 votosR$ 39,8
- Lorena Laurindo PPR$ 3,5 mil · 94 votosR$ 37,3
- Andreia Leal PPR$ 3,5 mil · 131 votosR$ 26,6
- Maique Rutkowski PPR$ 3,5 mil · 153 votosR$ 23,1
- Fêlix Guckert PPR$ 2,6 mil · 117 votosR$ 22
- Deni Marian PPR$ 2,2 mil · 106 votosR$ 21,1
- Matias PPR$ 2,4 mil · 157 votosR$ 15,3
- Chicão MDBR$ 425 · 160 votosR$ 2,65
Votos por real
- 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.