Bognar
Sebastião Bognar · nasceu em 1953
Bognar se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: AVANTE (2004), PSDB (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Bognar declarou R$ 165,9 mil em bens, em reais de hoje: 7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 66,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- BognarR$ 165,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa residencial arua girassolR$ 69,8 milCasa
- Veiculo modelo fiat palio atractive ano 2013R$ 48,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Benfeitorias no imóvel a rua girassol 271 jardim das…R$ 31,6 milBenfeitorias
- Saldo em conta corrente no banco itau S/AR$ 12,3 milDinheiro em espécie
- Benfeitorias no imóvel a rua girassol 271 jardim das…R$ 3.313Benfeitorias
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Bognar declarou ao TSE R$ 793 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 325 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Osasco (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 76,3 mil79%
- Próprio bolsoR$ 18,1 mil18,8%
- Outros candidatosR$ 2.1032,2%
- OutrosR$ 2< 0,1%
Para onde foi
- PessoalR$ 40,5 mil41,9%
- Material impressoR$ 21,4 mil22,1%
- TransporteR$ 12,8 mil13,3%
- EscritórioR$ 8.6068,9%
- ServiçosR$ 7.2867,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4860,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Osasco (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 44,2 por voto. Quem venceu, Toniolo, gastou R$ 31,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 192; o mais barato, R$ 31,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Camilo PDTR$ 315 mil · 1.641 votosR$ 192
- Dr. Renato Bonin PLR$ 181 mil · 2.274 votosR$ 79,8
- Ribamar Silva PRPR$ 306 mil · 3.863 votosR$ 79,2
- Ana Paula Rossi PLR$ 347 mil · 6.086 votosR$ 56,9
- Alex Da Academia PDTR$ 268 mil · 5.863 votosR$ 45,8
- Prof. Mário Luiz Guide PSBR$ 188 mil · 4.244 votosR$ 44,2
- Pelé Da Cândida PSCR$ 134 mil · 3.198 votosR$ 41,8
- Jair Assaf PROSR$ 148 mil · 3.882 votosR$ 38,1
- Dra. Karen Gaspar AVANTER$ 122 mil · 3.616 votosR$ 33,9
- Toniolo PC do BR$ 165 mil · 5.292 votosR$ 31,1
Votos por real
- 2016, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.