Cleilson Carlos O Bode
Francisco Cleilson Carlos de Araujo · nasceu em 1957
Cleilson Carlos O Bode se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Passou por 2 partidos: PSB (2004), PC do B (2008–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, superior incompleto, servidor público federal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vereador · Almino Afonso (RN)PC do B 65444· esquerda· na urna, Cleilson Carlosvotos anulados pela Justiça Eleitoral
- 2012Prefeito · Almino Afonso (RN)PC do B 65· esquerda· na urna, Cleilson Carlos Bodenão eleito54 votos, 1,2%
- 2008
- 2004Prefeito · Almino Afonso (RN)PSB 40· centro-esquerda· na urna, Cleilson Carlosnão eleito1.665 votos, 39,0%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Cleilson Carlos O Bode declarou R$ 284,6 mil em bens, em reais de hoje: 50 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 139 mil acima da inflação.
Declarou 50 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2020.
- Cleilson Carlos O BodeR$ 284,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 5.746
- Mediana dos eleitosR$ 50,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Direitos de herança sendo: partes de uma casa residencial…R$ 143,6 milOutros bens e direitos
- Casa residencial localizada a rua bonifácio lopesR$ 71,8 milCasa
- Chevrolet onix xt ltR$ 67,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Valor em especieR$ 2.083Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Cleilson Carlos O Bode declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 9,6 mil, 9,9% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Almino Afonso (RN) · PC do B · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 4.52947,3%
- Próprio bolsoR$ 4.09442,8%
- Fundo eleitoralR$ 9449,9%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.69876,9%
- Material impressoR$ 50923,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Almino Afonso (RN), 2020
Mediana da disputa: R$ 15,4 por voto. Quem venceu, Dodó, gastou R$ 9,64 por voto. O voto mais caro custou R$ 211; o mais barato, R$ 9,64.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Kiria Sonelly PSBR$ 3,4 mil · 16 votosR$ 211
- Nadja Nascimento PSBR$ 3,5 mil · 17 votosR$ 204
- Júnior Silva Do Exu PSBR$ 2,9 mil · 32 votosR$ 89,7
- Rubinho PSBR$ 2,9 mil · 76 votosR$ 37,8
- Chico De Cilda MDBR$ 7 mil · 240 votosR$ 29,4
- Juninho De Zé Aderson MDBR$ 4,8 mil · 295 votosR$ 16,1
- Celinho MDBR$ 4,5 mil · 295 votosR$ 15,4
- Godeiro MDBR$ 4,4 mil · 349 votosR$ 12,6
- Souzinha REPUBLICANOSR$ 3,2 mil · 285 votosR$ 11,2
- Aldi MDBR$ 3,3 mil · 294 votosR$ 11,2
- Assis Neto MDBR$ 3 mil · 310 votosR$ 9,80
- Dodó MDBR$ 3,4 mil · 350 votosR$ 9,64
Votos por real
- 2020, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 13 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 415 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.