Apuração
Vereador · 2008 · MOBILIZA

Biscoito

Edson Roberto Carnieto · nasceu em 1965

Biscoito se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMOBILIZA+0,15← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2006MOBILIZA2008MOBILIZA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PSDB (2004), MOBILIZA (2006–2008).

Dep. estadualVereadorPartidoPSDBMOBILIZA200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2008: 43 anos, superior incompleto, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Paiçandu (PR)
    MOBILIZA 33888· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2006
    Deputado estadual · Paraná
    MOBILIZA 33888· centro-direita
    suplente2.762 votos; 207º mais votado de 519 no estado
  3. 2004
    Vereador · Paiçandu (PR)
    PSDB 45678· centro-direita· na urna, Biscoito - Edson Biscoito
    eleito805 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Biscoito teve 2.762 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 207º lugar entre 519 candidatos.

Recebeu votos em 63 cidades. Paiçandu deu 61,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,0%.

2.762 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 2.762 votos.
  1. Paiçandu (PR)1.700 votos61,5%
  2. Maringá (PR)413 votos15%
  3. Doutor Camargo (PR)82 votos3%
  4. Presidente Castelo Branco (PR)74 votos2,7%
  5. Medianeira (PR)49 votos1,8%
  6. Outras 48 cidades192 votos7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Biscoito declarou R$ 8.089 em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 137,6 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 8.089
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 3.000 na declaração)

Declarou 12% da mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2008.

  • BiscoitoR$ 8.089
  • Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 149,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 8.089. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Biscoito declarou ao TSE R$ 40 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 17 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Paiçandu (PR) · MOBILIZA · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 17 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 6.96140,9%
  2. PessoasR$ 5.62333,1%
  3. EmpresasR$ 4.01623,6%
  4. PartidoR$ 4022,4%

Para onde foi

R$ 17 mil
O maior gasto foi com outros: 55% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17 mil.
  1. OutrosR$ 9.29354,7%
  2. ServiçosR$ 4.71227,7%
  3. TransporteR$ 2.62115,4%
  4. PessoalR$ 1610,9%
  5. EscritórioR$ 1340,8%
  6. Material impressoR$ 800,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Paiçandu (PR), 2008

Mediana da disputa: R$ 43,6 por voto. Quem venceu, Carlos Da Creche, gastou R$ 17,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 77; o mais barato, R$ 17,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Bombeiro Jubin PTR$ 12 mil · 152 votosR$ 77
  • Dr. Moacyr MDBR$ 18 mil · 268 votosR$ 68,9
  • Cida Suyti PRPR$ 14 mil · 240 votosR$ 58,9
  • Katia Da Auto Escola PLR$ 19 mil · 332 votosR$ 57,9
  • Cabo Domingos PPR$ 13 mil · 257 votosR$ 49,4
  • Nezão PRTBR$ 21 mil · 482 votosR$ 43,6
  • Roque PODER$ 21 mil · 492 votosR$ 43,5
  • Alexandre PRTBR$ 18 mil · 418 votosR$ 43,3
  • Anisinho Monteschio PPR$ 25 mil · 694 votosR$ 35,9
  • Tancredo CIDADANIAR$ 9,6 mil · 525 votosR$ 18,3
  • Carlos Da Creche PDTR$ 14 mil · 771 votosR$ 17,7

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 219 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 80 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.