Apuração
Vereador · 2020 · PSB

Biscaia

Antonio Carlos Silva Biscaia · nasceu em 1942

Biscaia se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,30← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2006PT2010PT2020PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2002.

Passou por 2 partidos: PT (2002–2010), PSB (2020).

Dep. federalVereadorPartidoPTPSB’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 78 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PSB 40400· centro-esquerda
    não eleito
  2. 2010
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PT 1333· centro-esquerda
    suplente22.895 votos; 76º mais votado de 751 no estado
  3. 2006
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PT 1333· centro-esquerda
    suplente55.909 votos; 43º mais votado de 707 no estado
  4. 2002
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PT 1333· centro-esquerda
    eleito42.207 votos; 44º mais votado de 560 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Biscaia teve 22.895 votos para deputado federal, 0,3% dos votos válidos do estado: 76º lugar entre 751 candidatos.

Recebeu votos em 88 cidades. Rio de Janeiro deu 56,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,1%.

22.895 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 22.895 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)13.022 votos56,9%
  2. Niterói (RJ)3.046 votos13,3%
  3. Teresópolis (RJ)1.476 votos6,4%
  4. Duque de Caxias (RJ)702 votos3,1%
  5. São Gonçalo (RJ)692 votos3%
  6. Outras 73 cidades1.570 votos6,9%
As outras 2 eleições para deputado
55.909 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 55.909 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)37.611 votos67,3%
  2. Niterói (RJ)4.946 votos8,8%
  3. São Gonçalo (RJ)1.727 votos3,1%
  4. Duque de Caxias (RJ)1.549 votos2,8%
  5. Teresópolis (RJ)1.253 votos2,2%
  6. Outras 77 cidades4.270 votos7,6%
42.207 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 42.207 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)27.158 votos64,3%
  2. Niterói (RJ)3.375 votos8%
  3. Duque de Caxias (RJ)2.394 votos5,7%
  4. Teresópolis (RJ)1.854 votos4,4%
  5. São Gonçalo (RJ)779 votos1,8%
  6. Outras 74 cidades3.037 votos7,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Biscaia declarou R$ 810,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 925,3 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 810,9 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 564.526 na declaração)

Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.

Cada quadrado é 1% de R$ 810,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Biscaia declarou ao TSE R$ 2,3 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 987 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 25 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Rio de Janeiro (RJ) · PSB · não eleito

De onde veio

R$ 76,1 mil
66% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 76,1 mil.
  1. Fundo eleitoralR$ 46,7 mil61,4%
  2. Próprio bolsoR$ 15,6 mil20,5%
  3. VaquinhaR$ 10,6 mil13,9%
  4. Fundo partidárioR$ 3.2274,2%

Para onde foi

R$ 72,8 mil
O maior gasto foi com material impresso: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 72,8 mil.
  1. Material impressoR$ 39,5 mil54,3%
  2. ServiçosR$ 31,4 mil43,1%
  3. OutrosR$ 1.4151,9%
  4. EscritórioR$ 5220,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Rio de Janeiro (RJ), 2020

Mediana da disputa: R$ 44,5 por voto. Quem venceu, Lindbergh Farias, gastou R$ 22,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 157; o mais barato, R$ 22,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 24 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 94 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 67 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.