Apuração
Deputado estadual · 2006 · PTB

Bira da Pacaraima

Ubirajara Riz Rodrigues · nasceu em 1944

Bira da Pacaraima se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,39← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PL2006PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PL (2002), PTB (2006).

Dep. federalDep. estadualPartidoPLPTB200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 62 anos, superior incompleto, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Roraima
    PTB 14522· centro-direita
    suplente1.113 votos; 51º mais votado de 369 no estado
  2. 2002
    Deputado federal · Roraima
    PL 2221· direita
    suplente3.599 votos; 15º mais votado de 71 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Bira da Pacaraima teve 1.113 votos para deputado estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 51º lugar entre 369 candidatos.

Recebeu votos em 15 cidades. Boa Vista deu 65,1% deles.

1.113 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.113 votos.
  1. Boa Vista (RR)725 votos65,1%
  2. Caracaraí (RR)119 votos10,7%
  3. Rorainópolis (RR)102 votos9,2%
  4. Pacaraima (RR)68 votos6,1%
  5. Uiramutã (RR)30 votos2,7%
  6. São João da Baliza (RR)1 voto0,1%
As outras 1 eleições para deputado
3.599 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 3.599 votos.
  1. Boa Vista (RR)2.041 votos56,7%
  2. Caracaraí (RR)437 votos12,1%
  3. Bonfim (RR)210 votos5,8%
  4. Alto Alegre (RR)197 votos5,5%
  5. Pacaraima (RR)143 votos4%
  6. Caroebe (RR)2 votos0,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Bira da Pacaraima declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 52 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Roraima.

R$ 1,7 mi
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 560.778 na declaração)

Declarou 52 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Roraima em 2006.

  • Bira da PacaraimaR$ 1,7 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 31,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 782 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,7 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. Cotas de capital da firma arai agropecuaria e LTDAR$ 679,9 mil
    Empresas e participações
  2. Capital social da firma ur rodriguesR$ 357,9 mil
    Empresas e participações
  3. Apto na rua nizario gurgelR$ 156,7 mil
    Imóveis
  4. Cotas de capital da firma fazenda castelaoR$ 150,8 mil
    Empresas e participações
  5. Imovel residencialR$ 103,5 mil
    Imóveis
  6. Imovel rural denominado fazenda karinaR$ 91,1 mil
    Bens rurais e animais
  7. Imovel residencialR$ 82,8 mil
    Imóveis
  8. Imovel residencialR$ 49,7 mil
    Imóveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Bira da Pacaraima declarou ao TSE R$ 248 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 179 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado estadual · Roraima · PTB · suplente

De onde veio

R$ 69,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 69,4 mil.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 44,2 mil63,7%
  2. PartidoTudo de Comitê Financeiro Distrital/Estadual Para Deputado Estadual Ptb-RrR$ 18,9 mil27,2%
  3. Próprio bolsoR$ 6.2889,1%

Para onde foi

R$ 69,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 35% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 69,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoalTudo de Eleição 2006 Ubirajara Riz Rodrigues Dep EstR$ 20,8 mil29,9%
  2. InternetR$ 4450,6%
  3. OutrosR$ 1100,2%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Roraima, 2006

Mediana da disputa: R$ 77,3 por voto. Quem venceu, Raul Lima, gastou R$ 43,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 285; o mais barato, R$ 43,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 16 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 20 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.