Binho Silveira
Fabio Alves da Silveira · nasceu em 1972
Binho Silveira se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PC do B (2008–2014), PDT (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014Deputado estadual · Rio Grande do SulPC do B 65663· esquerda· na urna, Binhosuplente4.237 votos; 248º mais votado de 670 no estado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Binho Silveira teve 4.237 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 248º lugar entre 670 candidatos.
Recebeu votos em 61 cidades. Osório deu 75,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2014, Binho Silveira declarou R$ 5.818 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2014, o total caiu R$ 1.732, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 4% da mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2014.
- Binho SilveiraR$ 5.818
- Mediana dos candidatosR$ 132,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 869,2 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Binho Silveira declarou ao TSE R$ 111 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 68 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Osório (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 7.38259,5%
- PartidoR$ 4.92539,7%
- Próprio bolsoR$ 930,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 7.45275,4%
- PessoalR$ 1.20312,2%
- ServiçosR$ 1.13211,5%
- EscritórioR$ 930,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Osório (RS), 2020
Binho Silveira: R$ 16,4 por voto (mediana da disputa, R$ 18,7). Quem venceu, Ed Moraes, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 98; o mais barato, R$ 11,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Binho Silveira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Guego PTR$ 16 mil · 163 votosR$ 98
- Jocelia MDBR$ 18 mil · 214 votosR$ 84,1
- Karla Janayna MDBR$ 17 mil · 547 votosR$ 31,6
- Valério Dos Anjos PDTR$ 16 mil · 619 votosR$ 25,8
- Danjo Renê MDBR$ 16 mil · 657 votosR$ 23,8
- Vagner Gonçalves PDTR$ 14 mil · 736 votosR$ 19
- João Pereira MDBR$ 15 mil · 794 votosR$ 18,7
- Professora Isabel PTR$ 16 mil · 911 votosR$ 17,6
- Binho Silveira PDTR$ 9,9 mil · 601 votosR$ 16,4
- Miguel Calderon PPR$ 15 mil · 982 votosR$ 15,3
- Ricardo Bolzan PDTR$ 14 mil · 1.078 votosR$ 13,3
- Ed Moraes MDBR$ 11 mil · 997 votosR$ 11,3
Votos por real
- 2020, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 63 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.