Binga
Pedro da Silva Oliveira · nasceu em 1966
Binga se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2008), PT (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Binga declarou R$ 146,5 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 124,6 mil acima da inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- BingaR$ 146,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Binga declarou ao TSE R$ 6,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Feira da Mata (BA) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 42596,8%
- EscritórioR$ 143,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Feira da Mata (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 14,3 por voto. Quem venceu, Nilsinho, gastou R$ 9,14 por voto. O voto mais caro custou R$ 48; o mais barato, R$ 9,14.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Naná Azevedo PSDBR$ 4,1 mil · 85 votosR$ 48
- Joao Caetano PSDR$ 3,1 mil · 65 votosR$ 47,6
- Junior Da Internet PSDBR$ 4,1 mil · 99 votosR$ 41
- Êga PSDBR$ 3,3 mil · 96 votosR$ 34,3
- Monaiza Queiroz PSDBR$ 2,8 mil · 93 votosR$ 30
- Daiana Rodrigues PSDR$ 3,5 mil · 136 votosR$ 25,4
- Tarik De Davi PSDR$ 3,1 mil · 217 votosR$ 14,3
- Cristiano Do Ramalho PSDR$ 3,7 mil · 264 votosR$ 14,2
- Simone PSDR$ 4,3 mil · 345 votosR$ 12,5
- Gilmar Augusto PSDBR$ 3,6 mil · 330 votosR$ 10,9
- Gal PSDR$ 3,4 mil · 310 votosR$ 10,8
- Nilsinho PTR$ 3,3 mil · 362 votosR$ 9,14
Votos por real
- 2020, vereador: 144 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 141 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.