Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Bimbim

Adão Alves do Amaral · nasceu em 1941

Bimbim se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2004MDB2006MDB2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo MDB.

Dep. federalVereadorPartidoMDB2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 67 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Paiçandu (PR)
    MDB 15777· centro
    suplente
  2. 2006
    Deputado federal · Paraná
    MDB 1517· centro· na urna, Bim Bim
    suplente2.903 votos; 110º mais votado de 258 no estado
  3. 2004
    Vereador · Paiçandu (PR)
    MDB 15777· centro· na urna, Bim Bim
    eleito806 votos
  4. 2002
    Deputado federal · Paraná
    MDB 1517· centro· na urna, Adão Alves do Amaral
    suplente4.202 votos; 113º mais votado de 207 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Bimbim teve 2.903 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 110º lugar entre 258 candidatos.

Recebeu votos em 211 cidades. Paiçandu deu 11,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 50,3%.

2.903 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 2.903 votos.
  1. Paiçandu (PR)326 votos11,2%
  2. Maringá (PR)197 votos6,8%
  3. Sarandi (PR)128 votos4,4%
  4. Guaraniaçu (PR)108 votos3,7%
  5. Quedas do Iguaçu (PR)92 votos3,2%
  6. Outras 196 cidades1.444 votos49,7%
As outras 1 eleições para deputado
4.202 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 4.202 votos.
  1. Paiçandu (PR)1.191 votos28,3%
  2. Maringá (PR)492 votos11,7%
  3. Curitiba (PR)400 votos9,5%
  4. Capitão Leônidas Marques (PR)75 votos1,8%
  5. Guaraniaçu (PR)75 votos1,8%
  6. Outras 228 cidades1.435 votos34,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Bimbim declarou R$ 169,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 56,6 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 169,2 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 62.750 na declaração)

Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2008.

  • BimbimR$ 169,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 149,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 169,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Toyota bandeiranteR$ 67,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  2. 50% Do lote 05R$ 67,4 mil
    Imóveis
  3. 50% , Data 22, q. 15, pq. ouro verde em paiçanduR$ 24,9 mil
    Dinheiro e aplicações
  4. Ww/fusca 1300 ano 1970R$ 9.437
    Outros

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Bimbim declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Paiçandu (PR) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 2.554
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.554.
  1. Próprio bolsoR$ 1.33952,4%
  2. PartidoR$ 61023,9%
  3. Outros candidatosR$ 60523,7%

Para onde foi

R$ 2.554
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Paiçandu (PR), 2008

Mediana da disputa: R$ 43,6 por voto. Quem venceu, Carlos Da Creche, gastou R$ 17,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 77; o mais barato, R$ 17,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Bombeiro Jubin PTR$ 12 mil · 152 votosR$ 77
  • Dr. Moacyr MDBR$ 18 mil · 268 votosR$ 68,9
  • Cida Suyti PRPR$ 14 mil · 240 votosR$ 58,9
  • Katia Da Auto Escola PLR$ 19 mil · 332 votosR$ 57,9
  • Cabo Domingos PPR$ 13 mil · 257 votosR$ 49,4
  • Nezão PRTBR$ 21 mil · 482 votosR$ 43,6
  • Roque PODER$ 21 mil · 492 votosR$ 43,5
  • Alexandre PRTBR$ 18 mil · 418 votosR$ 43,3
  • Anisinho Monteschio PPR$ 25 mil · 694 votosR$ 35,9
  • Tancredo CIDADANIAR$ 9,6 mil · 525 votosR$ 18,3
  • Carlos Da Creche PDTR$ 14 mil · 771 votosR$ 17,7

Votos por real

  • 2008, vereador: 3,9 votos por R$ 1.000, 10% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 148 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 1.694 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.