Ari Bigolin
nasceu em 1959
Ari Bigolin se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ari Bigolin declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 24 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 1,2 mi acima da inflação.
Declarou 24 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Ari BigolinR$ 1,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Lote urbano número seisR$ 833,1 milOutros bens imóveis
- Lote rural n. 107 secção xv de novembroR$ 287,3 milOutros bens imóveis rural
- Lote rural n. 1A secção benjamin constatR$ 215,5 milOutros bens imóveis rural
- Camionete L200R$ 71,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ari Bigolin declarou ao TSE R$ 3,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São Valentim (RS) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.30969,8%
- ServiçosR$ 56630,2%
Quanto custou cada voto: vereador, São Valentim (RS), 2020
Ari Bigolin: R$ 42,6 por voto (mediana da disputa, R$ 32,6). Quem venceu, Rogerio, gastou R$ 9,20 por voto. O voto mais caro custou R$ 74,3; o mais barato, R$ 9,20.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ari Bigolin. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Daires PSBR$ 2,4 mil · 32 votosR$ 74,3
- Gemelli PTR$ 1,8 mil · 30 votosR$ 60,9
- Cicinho MDBR$ 2,2 mil · 40 votosR$ 55,9
- Ari Bigolin PTR$ 1,9 mil · 44 votosR$ 42,6
- Murilo Henrique PSBR$ 2,6 mil · 70 votosR$ 37,4
- Lizi Franceschi PTR$ 1,9 mil · 53 votosR$ 35,5
- Jandir Meneghetti MDBR$ 2,1 mil · 63 votosR$ 32,6
- Cassiano PSDBR$ 2,3 mil · 89 votosR$ 26,1
- Micael Renan PSDBR$ 2,2 mil · 99 votosR$ 21,7
- Profe Laides MDBR$ 2,4 mil · 198 votosR$ 11,9
- Fabiano Gaboardi MDBR$ 2,7 mil · 264 votosR$ 10,1
- Rogerio PPR$ 1,8 mil · 200 votosR$ 9,20
Votos por real
- 2020, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.