Bigode das Cotas
Francisco Leite da Silva · nasceu em 1956
Bigode das Cotas se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 5 partidos: PP (2004), PV (2006), PP (2008), PSD (2012), MDB (2014), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2014Deputado estadual · São PauloMDB 15686· centro-direitasuplente2.320 votos; 596º mais votado de 1.878 no estado
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · São PauloPV 43123· centro-esquerda· na urna, Bigodesuplente4.531 votos; 518º mais votado de 1.520 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Bigode das Cotas teve 2.320 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 596º lugar entre 1.878 candidatos.
Recebeu votos em 31 cidades. Cubatão deu 94,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,2%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2014, Bigode das Cotas declarou R$ 15,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2014, o total caiu R$ 154,5 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 15% da mediana dos candidatos a deputado estadual em São Paulo em 2014.
- Bigode das CotasR$ 15,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 106,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Bigode das Cotas declarou ao TSE R$ 98 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 33 mil, 4,6% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Cubatão (SP) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 3.73654,5%
- Próprio bolsoR$ 3.11345,5%
Para onde foi
- OutrosR$ 1.26059,3%
- Material impressoR$ 86340,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Cubatão (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 24 por voto. Quem venceu, Rony Do Bar, gastou R$ 15,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 258; o mais barato, R$ 15,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Helio Da Guarda DEMR$ 63 mil · 242 votosR$ 258
- Marcelo Cunha PSBR$ 28 mil · 291 votosR$ 97,3
- Juliana Carvalho PSBR$ 39 mil · 552 votosR$ 70,1
- Marcinho PSBR$ 55 mil · 1.073 votosR$ 50,9
- Geraldo Guedes PLR$ 51 mil · 1.057 votosR$ 48,5
- Rafael Tucla PPR$ 51 mil · 1.188 votosR$ 43,3
- Rodrigo Alemão PSDBR$ 46 mil · 1.915 votosR$ 24
- Alessandro Oliveira PLR$ 37 mil · 1.586 votosR$ 23,4
- Roxinho MDBR$ 27 mil · 1.350 votosR$ 20,2
- Allan Matias PSDBR$ 29 mil · 1.508 votosR$ 19,4
- Cesar PSDBR$ 35 mil · 2.000 votosR$ 17,7
- Rony Do Bar PSDR$ 25 mil · 1.625 votosR$ 15,5
Votos por real
- 2020, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 109 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.