Apuração
Vereador · 2020 · PDT

Biduka

Jucimar Kusler · nasceu em 1985

Biduka se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,22← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PDT2020PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PDT.

VereadorPartidoPDT201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 34 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PDT 12345· centro-esquerda
    suplente
  2. 2016
    PDT 12123· centro-esquerda· na urna, Jucimar Kusler - Bidukinha
    suplente39 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Biduka declarou R$ 7.343 em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 5.180, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 7.343
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 5.112 na declaração)

Declarou 13% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.

  • BidukaR$ 7.343
  • Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 7.343. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Biduka declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Nova Boa Vista (RS) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 1.374
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.374.
  1. Próprio bolsoR$ 87263,4%
  2. PessoasR$ 39628,8%
  3. PartidoR$ 1067,7%

Para onde foi

R$ 962
O maior gasto foi com serviços: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 962.
  1. ServiçosR$ 56658,8%
  2. Material impressoR$ 39641,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Nova Boa Vista (RS), 2020

Mediana da disputa: R$ 21,4 por voto. Quem venceu, Maninho, gastou R$ 9,49 por voto. O voto mais caro custou R$ 34,5; o mais barato, R$ 9,49.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.