Apuração
Vereador · 2008 · AGIR

Bidé

Mario José de Souza Castro · nasceu em 1962

Bidé se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAGIR+0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004AGIR2008AGIR← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo AGIR.

VereadorPartidoAGIR200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2008: 45 anos, ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    AGIR 36789· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2004
    AGIR 36645· centro-direita
    eleito68 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Bidé declarou ao TSE R$ 230 em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Campestre de Goiás (GO) · AGIR · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 230
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 230.
  1. PartidoR$ 12654,7%
  2. Próprio bolsoR$ 10445,3%

Para onde foi

R$ 230
O maior gasto foi com outros: 55% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 230.
  1. OutrosR$ 12654,7%
  2. EscritórioR$ 10445,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Campestre de Goiás (GO), 2008

Mediana da disputa: R$ 5,66 por voto. Quem venceu, Nem, gastou R$ 2,13 por voto. O voto mais caro custou R$ 20,8; o mais barato, R$ 2,13.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Tia Sol PTBR$ 2,1 mil · 103 votosR$ 20,8
  • Janete MDBR$ 865 · 65 votosR$ 13,3
  • Cleusa PODER$ 964 · 98 votosR$ 9,84
  • Eudes PODER$ 964 · 122 votosR$ 7,90
  • Nilson PTBR$ 1,5 mil · 190 votosR$ 7,75
  • Valdim MDBR$ 685 · 121 votosR$ 5,66
  • Joel PTR$ 284 · 71 votosR$ 4,00
  • Dim (Ataides) PPR$ 284 · 89 votosR$ 3,19
  • Nelson Batista PTR$ 284 · 94 votosR$ 3,02
  • Cicero CIDADANIAR$ 284 · 130 votosR$ 2,18
  • Nem PPR$ 284 · 133 votosR$ 2,13

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.