Beto Garganta
Humberto Carlos de Souza Rodrigues · nasceu em 1973
Beto Garganta se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 39 anos, superior completo. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Beto Garganta declarou R$ 232,3 mil em bens, em reais de hoje: 8,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 164,9 mil acima da inflação.
Declarou 8,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2012.
- Beto GargantaR$ 232,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 73,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Beto Garganta declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Corrente (PI) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 9.13987,2%
- Material impressoR$ 1.34312,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Corrente (PI), 2012
Mediana da disputa: R$ 67,8 por voto. Quem venceu, Dr. Luiz Augusto, gastou R$ 20,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 227; o mais barato, R$ 20,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Paroxa Torres PPR$ 59 mil · 262 votosR$ 227
- Amigo Nen PPR$ 28 mil · 195 votosR$ 145
- Sinhozinho DEMR$ 21 mil · 184 votosR$ 117
- Rony Bala MDBR$ 42 mil · 385 votosR$ 108
- João Paulo MDBR$ 30 mil · 295 votosR$ 101
- Riva PTBR$ 62 mil · 909 votosR$ 67,8
- Juliana PPR$ 29 mil · 554 votosR$ 53
- Juninho REPUBLICANOSR$ 16 mil · 317 votosR$ 51,4
- Joabe Santana PDTR$ 18 mil · 555 votosR$ 32,7
- Salmeron Filho PSBR$ 17 mil · 755 votosR$ 23,1
- Dr. Luiz Augusto PPR$ 19 mil · 925 votosR$ 20,8
Votos por real
- 2012, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.