Beto da Askoval
Alberto Menezes Guimarães · nasceu em 1965
Beto da Askoval se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 42 anos, ensino médio, agente administrativo. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Beto da Askoval declarou R$ 39,1 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2008.
- Beto da AskovalR$ 39,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Beto da Askoval declarou ao TSE R$ 4,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2,5 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Valença (BA) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 1.05043,6%
- Material impressoR$ 75031,1%
- EscritórioR$ 36915,3%
- OutrosR$ 24110%
Quanto custou cada voto: vereador, Valença (BA), 2008
Mediana da disputa: R$ 18,1 por voto. Quem venceu, Lelo, gastou R$ 6,66 por voto. O voto mais caro custou R$ 51,6; o mais barato, R$ 6,66.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Valdir Melo PSBR$ 45 mil · 864 votosR$ 51,6
- Marcos Monteiro PLR$ 20 mil · 545 votosR$ 36,8
- Ubaldo DEMR$ 22 mil · 701 votosR$ 31,4
- Diana Farias DEMR$ 28 mil · 953 votosR$ 29,4
- Bertulino De Jesus PLR$ 29 mil · 1.158 votosR$ 24,9
- Zé Negrão PSDBR$ 11 mil · 527 votosR$ 20,9
- Irmã Raquel PTR$ 18 mil · 976 votosR$ 18,1
- Raimundo Costa PPR$ 20 mil · 1.230 votosR$ 16,3
- Albertino Do Saae PSLR$ 14 mil · 1.044 votosR$ 12,9
- Jairo Do Banco Do Brasil MDBR$ 9,4 mil · 790 votosR$ 11,9
- Neusa Sarmento DEMR$ 7,9 mil · 673 votosR$ 11,8
- Lelo PODER$ 8,7 mil · 1.301 votosR$ 6,66
Votos por real
- 2008, vereador: 177 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 247 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.