Betinho da Borracharia
Carlos Roberto Cardoso da Silva · nasceu em 1983
Betinho da Borracharia se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PL (2012), PSDB (2016), PSL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 37 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Betinho da Borracharia declarou R$ 158 mil em bens, em reais de hoje: 9,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 9,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Betinho da BorrachariaR$ 158 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Betinho da Borracharia declarou ao TSE R$ 219 em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · São Pedro (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 16274,1%
- Próprio bolsoR$ 5725,9%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 16274,1%
- Material impressoR$ 5725,9%
Quanto custou cada voto: vereador, São Pedro (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 16,6 por voto. Quem venceu, Dr. Giuliano, gastou R$ 3,89 por voto. O voto mais caro custou R$ 28,9; o mais barato, R$ 3,89.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Toninho Da Sorveteria PSLR$ 10 mil · 351 votosR$ 28,9
- Cleuza Barros PSLR$ 7,9 mil · 280 votosR$ 28,4
- Requena PVR$ 4,1 mil · 160 votosR$ 25,5
- Joyce Benevides PVR$ 6,2 mil · 325 votosR$ 19,1
- Mário De Barros PDTR$ 3,8 mil · 207 votosR$ 18,3
- Du Sorocaba PSBR$ 6,2 mil · 372 votosR$ 16,6
- Luiz Melado PSDBR$ 4,6 mil · 327 votosR$ 14,2
- Adriano Vitor SOLIDARIEDADER$ 6,5 mil · 543 votosR$ 12
- Dr. Cássio Capellari DEMR$ 3,7 mil · 504 votosR$ 7,32
- Dr. Giuliano PSBR$ 6,1 mil · 1.562 votosR$ 3,89
Votos por real
- 2016, vereador: 310 votos por R$ 1.000, 7,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.