Beti
Elizabete Farias de Souza · nasceu em 1969
Beti se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Beti declarou R$ 467,7 mil em bens, em reais de hoje: 8,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 134,6 mil acima da inflação.
Declarou 8,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- BetiR$ 467,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa com 99m²R$ 316 milCasa
- Banrisul S/A saldo de aplicação renda fixaR$ 85,9 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Um automóvel ford ecosportR$ 58,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta corrente banrisul agencia 0758 conta 350921310-7R$ 4.019Conta corrente no país
- Dinheiro em espécieR$ 2.873Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Beti declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereadora: R$ 12 mil, 2,9% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Panambi (RS) · PDT · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- PessoasR$ 8.85274,9%
- Outros candidatosR$ 1.37811,7%
- Próprio bolsoR$ 8216,9%
- PartidoR$ 4253,6%
- Fundo eleitoralR$ 3402,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 7.76787,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.06112%
- EscritórioR$ 230,3%
Quanto custou cada voto: vereadora, Panambi (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 24,2 por voto. Quem venceu, Gustavo Cavalheiro, gastou R$ 4,62 por voto. O voto mais caro custou R$ 222; o mais barato, R$ 4,62.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Joao Aldino Oliveira Côco PTR$ 11 mil · 51 votosR$ 222
- Ademir Jantsch MDBR$ 7,1 mil · 166 votosR$ 42,6
- Prof. Solange Rabuske MDBR$ 8,4 mil · 236 votosR$ 35,8
- Jose Luiz PPR$ 17 mil · 576 votosR$ 29,6
- Pastor Julio Dorneles PTBR$ 8,5 mil · 338 votosR$ 25,1
- Rafael Zimmermann PSDR$ 7,9 mil · 326 votosR$ 24,2
- Chico Leandro Berghahn PTR$ 4,9 mil · 320 votosR$ 15,2
- Merilin MDBR$ 7,1 mil · 466 votosR$ 15,2
- Claudio Motta PTR$ 4,4 mil · 403 votosR$ 10,9
- Gustavo Cavalheiro PSDR$ 4,9 mil · 1.053 votosR$ 4,62
Votos por real
- 2016, vereadora: 64 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 78 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.