Beno Ritter
nasceu em 1947
Beno Ritter se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2008), MDB (2012), PSB (2014–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 73 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014Deputado estadual · Rio Grande do SulPSB 40159· centro-esquerda· na urna, Beno Ritter (bergamota)suplente1.939 votos; 315º mais votado de 670 no estado
- 2012Vice-prefeito · São Martinho (RS)MDB 15· centro-direita· na urna, BenoNa chapa de Aracichapa eleita2.392 votos da chapa, 51,1%
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Beno Ritter teve 1.939 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 315º lugar entre 670 candidatos.
Recebeu votos em 118 cidades. São Martinho deu 34,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 78,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Beno Ritter declarou R$ 1,8 mi em bens, em reais de hoje: 31 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 450 mil acima da inflação.
Declarou 31 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Beno RitterR$ 1,8 mi
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Beno Ritter declarou ao TSE R$ 80 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 48 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São Martinho (RS) · PSB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.84091%
- Fundo eleitoralR$ 1085,3%
- Fundo partidárioR$ 743,6%
Para onde foi
- TransporteR$ 87966%
- ServiçosR$ 45334%
Quanto custou cada voto: vereador, São Martinho (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 30,6 por voto. Quem venceu, Daniele Traesel, gastou R$ 13,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 13,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marisa Dorneles PPR$ 3,7 mil · 25 votosR$ 147
- Andre Luiz Jung PTR$ 3,7 mil · 65 votosR$ 56,7
- Marcia Schmatz PPR$ 4,2 mil · 75 votosR$ 56,6
- Puro Sangue PTR$ 3,4 mil · 93 votosR$ 37
- Marcio Antonio Loeblein Lebrao MDBR$ 3,4 mil · 94 votosR$ 36,6
- Mhagaldy Faresin PPR$ 3,3 mil · 94 votosR$ 35,4
- Jussara Monteiro Gerlach MDBR$ 3 mil · 99 votosR$ 30,6
- Lisete Koerbes MDBR$ 3 mil · 141 votosR$ 21,6
- Professor Inacio PPR$ 7,1 mil · 338 votosR$ 21,1
- Paulinho Ferreira PPR$ 5 mil · 263 votosR$ 19,1
- Joao Gaiola MDBR$ 3,5 mil · 184 votosR$ 18,9
- Daniele Traesel MDBR$ 2,9 mil · 211 votosR$ 13,9
Votos por real
- 2020, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 119 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 40 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 133 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.