Benildo
Benildo Santos Ribeiro · nasceu em 1974
Benildo se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: MOBILIZA (2012), PV (2016), PSC (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, ensino médio, vereador, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Benildo declarou R$ 34,8 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 7.813, já descontada a inflação.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- BenildoR$ 34,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Benildo declarou ao TSE R$ 2,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Iperó (SP) · PSC · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Iperó (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 21,6 por voto. Quem venceu, Alysson, gastou R$ 5,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 230; o mais barato, R$ 5,81.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tânia Mára Coletivo Mulheres PSOLR$ 2,3 mil · 10 votosR$ 230
- Fabiana Moraes CIDADANIAR$ 1,9 mil · 14 votosR$ 136
- Marli Cruz CIDADANIAR$ 1,9 mil · 49 votosR$ 38,9
- Laiza Tudo Maravilhoso CIDADANIAR$ 1,9 mil · 57 votosR$ 33,4
- Eliana Souza PTR$ 13 mil · 399 votosR$ 32,6
- Professor Alexandre Tardelli PSOLR$ 1,9 mil · 77 votosR$ 25,1
- Ariane Pantojo CIDADANIAR$ 1,9 mil · 88 votosR$ 21,6
- Luis Fernando Daki PVR$ 13 mil · 649 votosR$ 20,5
- Profa Luzia Mafra CIDADANIAR$ 1,9 mil · 111 votosR$ 17,3
- Valdir Mota PSCR$ 1,8 mil · 174 votosR$ 10,1
- Beto Careca PVR$ 5,3 mil · 795 votosR$ 6,64
- Alysson PTBR$ 2 mil · 341 votosR$ 5,81
Votos por real
- 2016, vereador: 467 votos por R$ 1.000, 13 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 181 votos por R$ 1.000, 6,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.