Benicio
José Ednilson Cintra Pereira · nasceu em 1947
Benicio se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PDT (2004–2008), MDB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2012: 65 anos, até o fundamental, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Benicio declarou R$ 16,2 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Benicio declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 17 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Belo Jardim (PE) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Belo Jardim (PE), 2008
Mediana da disputa: R$ 10,1 por voto. Quem venceu, Zé Lopes, gastou R$ 6,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 35,3; o mais barato, R$ 6,86.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bruno Galvão PTR$ 25 mil · 721 votosR$ 35,3
- Gilvandro Estrela PVR$ 40 mil · 1.674 votosR$ 23,8
- Felipe Cintra PSCR$ 16 mil · 707 votosR$ 22,2
- Ginaldo Souza MDBR$ 18 mil · 940 votosR$ 18,7
- Pomba MDBR$ 16 mil · 1.192 votosR$ 13,6
- Wilsinho DEMR$ 28 mil · 2.209 votosR$ 12,8
- Claudiane MDBR$ 22 mil · 2.212 votosR$ 10,1
- Da Paz DEMR$ 14 mil · 1.444 votosR$ 9,96
- Cristiano Cabeludo PSCR$ 20 mil · 2.040 votosR$ 9,90
- Euninho DEMR$ 16 mil · 1.883 votosR$ 8,49
- Zé Pereira PDTR$ 15 mil · 1.769 votosR$ 8,30
- Zé Lopes PTBR$ 16 mil · 2.281 votosR$ 6,86
Votos por real
- 2008, vereador: 1.196 votos por R$ 1.000, 13 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.