Belinho
Benedito da Costa Nunes · nasceu em 1939
Belinho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PL (2004–2008), PSD (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 72 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Belinho declarou R$ 131,5 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 100,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.
- BelinhoR$ 131,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Belinho declarou ao TSE R$ 430 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 300.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Governador Mangabeira (BA) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Governador Mangabeira (BA), 2012
Mediana da disputa: R$ 27,4 por voto. Quem venceu, Elisa De Domingas, gastou R$ 8,17 por voto. O voto mais caro custou R$ 108; o mais barato, R$ 8,17.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nenho Da Iluminação PTR$ 4,4 mil · 41 votosR$ 108
- Professor Borges PTR$ 30 mil · 280 votosR$ 106
- Dr. Edgar Henrique PTBR$ 43 mil · 549 votosR$ 77,4
- Derlan Queiroz PTR$ 16 mil · 293 votosR$ 55,2
- Luciano Cunha PSDR$ 15 mil · 321 votosR$ 45,3
- Joao Mamona PSDR$ 5,3 mil · 155 votosR$ 34,2
- Dr Coi CIDADANIAR$ 14 mil · 499 votosR$ 27,4
- Albano Fonseca PDTR$ 14 mil · 552 votosR$ 26
- Ane Do Sindicato PLR$ 5,3 mil · 298 votosR$ 17,8
- Fabio De Telinho PPR$ 6,8 mil · 392 votosR$ 17,3
- Mario Santana PODER$ 6,4 mil · 423 votosR$ 15,1
- Elisa De Domingas PSDR$ 3,6 mil · 444 votosR$ 8,17
Votos por real
- 2012, vereador: 130 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 247 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.