Bel do Bar do Bode
Roberto Manoel da Silva · nasceu em 1963
Bel do Bar do Bode se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 5 partidos: PSDB (2004), PT (2008), PSB (2012), PSD (2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Bel do Bar do Bode declarou R$ 93,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 648,1 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Bel do Bar do Bode declarou ao TSE R$ 9,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Quipapá (PE) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Quipapá (PE), 2020
Mediana da disputa: R$ 9,43 por voto. Quem venceu, Rodrigo Correia, gastou R$ 4,29 por voto. O voto mais caro custou R$ 221; o mais barato, R$ 4,29.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Adriano PSCR$ 7,1 mil · 32 votosR$ 221
- João Crente PSCR$ 28 mil · 286 votosR$ 98,8
- Rosinha Machado PSCR$ 16 mil · 465 votosR$ 33,9
- Celsinho Azevedo PPR$ 19 mil · 749 votosR$ 25,5
- Batista Da Saúde PSCR$ 7,1 mil · 414 votosR$ 17,1
- Sandro Da Vila PPR$ 5,6 mil · 511 votosR$ 11
- Elias Do Corrente PSBR$ 4,5 mil · 475 votosR$ 9,43
- Marcelo De Gilda PPR$ 6,6 mil · 786 votosR$ 8,44
- Eugênio Siqueira PPR$ 5,1 mil · 627 votosR$ 8,17
- Odair Lucena PSBR$ 3,8 mil · 616 votosR$ 6,16
- Lindalva Trajano PSBR$ 3,8 mil · 735 votosR$ 5,24
- Rodrigo Correia DEMR$ 2,1 mil · 495 votosR$ 4,29
Votos por real
- 2016, vereador: 125 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 140 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 291 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 292 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.