Beiçola
Paulo Sergio da Silva · nasceu em 1973
Beiçola se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: DEM (2004), PV (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 35 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Beiçola declarou R$ 18,4 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 27% da mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2008.
- BeiçolaR$ 18,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 149,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Beiçola declarou ao TSE R$ 417 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 326.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Ibiporã (PR) · PV · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Ibiporã (PR), 2008
Mediana da disputa: R$ 14,9 por voto. Quem venceu, Professor Pauletti, gastou R$ 9,44 por voto. O voto mais caro custou R$ 38,9; o mais barato, R$ 8,82.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lourdes Narcizo MDBR$ 12 mil · 309 votosR$ 38,9
- Toninho Kabeção PDTR$ 27 mil · 959 votosR$ 28
- João Da Caixa MDBR$ 14 mil · 570 votosR$ 25
- Antonholi PPR$ 5,4 mil · 316 votosR$ 17,1
- Lávaro CIDADANIAR$ 7,6 mil · 483 votosR$ 15,7
- João Odair PTBR$ 12 mil · 764 votosR$ 15,7
- Mari MDBR$ 15 mil · 1.006 votosR$ 14,9
- Daniel Sarabia DEMR$ 9,1 mil · 615 votosR$ 14,8
- Chimentão PPR$ 7,5 mil · 531 votosR$ 14,1
- Rafael Da Farmácia PSBR$ 7 mil · 672 votosR$ 10,4
- Professor Pauletti PTR$ 7,9 mil · 837 votosR$ 9,44
- Karimata PSDBR$ 5,5 mil · 624 votosR$ 8,82
Votos por real
- 2008, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 1.532 votos por R$ 1.000, 20 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.