Apuração
Vereador · 2020 · PSDB

Pedro Bassin

Pedro Jacinto Tadiello Bassin · nasceu em 1955

Pedro Bassin se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSDB2012PSDB2016PSDB2020PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo PSDB.

VereadorPartidoPSDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 65 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Santiago (RS)
    PSDB 45123· centro-direita
    não eleito
  2. 2016
    Vereador · Santiago (RS)
    PSDB 45123· centro-direita· na urna, Bassin
    suplente517 votos
  3. 2012
    Vereador · Santiago (RS)
    PSDB 45123· centro-direita
    suplente659 votos
  4. 2008
    Vereador · Santiago (RS)
    PSDB 45123· centro-direita· na urna, Bassin
    eleito700 votos
  5. 2004
    Vereador · Santiago (RS)
    PSDB 45123· centro-direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Pedro Bassin declarou R$ 679,4 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 544,6 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 679,4 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 472.986 na declaração)

Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.

  • Pedro BassinR$ 679,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 679,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Fração de Campo com área 7R$ 215,5 mil
    Terra nua
  2. Colheitadeira Marca Jhon DeerR$ 186,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Caminhonete Toyota Hilux Ano 2010R$ 86,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Banco SicredR$ 75,3 mil
    Conta corrente no país
  5. Trator, Marca Massey Ferguson, Ano 1988R$ 43,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Caminhão Mercedes BenzR$ 28,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Automóvel GM/AgileR$ 28,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. Caminhonete Chevrolet/C20R$ 14,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. Banco SicrediR$ 770
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Pedro Bassin declarou ao TSE R$ 47 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 29 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Santiago (RS) · PSDB · não eleito

De onde veio

R$ 2.830
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.830
O maior gasto foi com material impresso: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.830.
  1. Material impressoR$ 1.91167,5%
  2. ServiçosR$ 92032,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Santiago (RS), 2020

Mediana da disputa: R$ 24,6 por voto. Quem venceu, Haroldo Pouey, gastou R$ 10,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 173; o mais barato, R$ 10,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Claudio Souza PSLR$ 14 mil · 81 votosR$ 173
  • Terezinha Ferreira PSLR$ 14 mil · 123 votosR$ 117
  • Piriquito PSLR$ 15 mil · 150 votosR$ 98
  • Jaqueline Esmerio PSLR$ 15 mil · 333 votosR$ 43,6
  • Natanáel Souza PSLR$ 14 mil · 449 votosR$ 30,6
  • Joel Oliveira PPR$ 18 mil · 745 votosR$ 24,6
  • Rafael Nemitz PPR$ 13 mil · 651 votosR$ 19,9
  • Décio Loureiro PPR$ 17 mil · 877 votosR$ 19,1
  • Diniz Cogo MDBR$ 11 mil · 600 votosR$ 19,1
  • Cleusa Canterle PPR$ 14 mil · 950 votosR$ 14,7
  • Haroldo Pouey PPR$ 13 mil · 1.164 votosR$ 10,9

Votos por real

  • 2020, vereador: 120 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 282 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.