Anaildo Basilio
Anaildo Fernandes Basilio · nasceu em 1961
Anaildo Basilio se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: AGIR (2004–2016), PT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 63 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte de carga, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Anaildo Basilio declarou R$ 2 mi em bens, em reais de hoje: 74 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 1,7 mi acima da inflação.
Declarou 74 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Anaildo BasilioR$ 2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Casa residencial situada na Rua José Primo de AzevedoR$ 552,3 milCasa
- Uma gleba rural margem da represa em TupaciguaraR$ 441,9 milBenfeitorias
- Um volvo S400 / ano 2008R$ 386,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um lote com 684R$ 276,2 milBenfeitorias
- Casa residencial situada na Rua João Batista de OliveiraR$ 198,8 milCasa
- Veículo HyluxR$ 110,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Anaildo Basilio declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 8,3 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Tupaciguara (MG) · PT · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 1.28459,5%
- PessoasR$ 87540,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Tupaciguara (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 22,3 por voto. Quem venceu, Moacir Júnior , gastou R$ 9,24 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.312; o mais barato, R$ 9,24.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luiza Helena PSDR$ 13 mil · 10 votosR$ 1.312
- Aline Júlia PSDR$ 13 mil · 21 votosR$ 624
- Sofia Lozi AVANTER$ 9,3 mil · 138 votosR$ 67,6
- Thyesko SOLIDARIEDADER$ 8,7 mil · 173 votosR$ 50,3
- Juninho Da Padaria SOLIDARIEDADER$ 13 mil · 369 votosR$ 34,1
- Kezia Gomes PSDR$ 16 mil · 484 votosR$ 32,8
- Simone Protetora REPUBLICANOSR$ 8,7 mil · 390 votosR$ 22,3
- Cupim Da Aroeira PLR$ 10 mil · 489 votosR$ 20,6
- Ana Cartolano REPUBLICANOSR$ 15 mil · 761 votosR$ 20,2
- Túllio Pinhal PSDBR$ 9,9 mil · 577 votosR$ 17,2
- Fernando Do Vale Sorriso PRDR$ 11 mil · 1.204 votosR$ 9,32
- Moacir Júnior PLR$ 9,2 mil · 993 votosR$ 9,24
Votos por real
- 2024, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 124 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 124 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 42 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.