Barna Russo
Cristian Diniz Simoes de Medeiros · nasceu em 1968
Barna Russo se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 4 partidos: PT (2008), PSD (2012), MDB (2016), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Barna Russo declarou R$ 4.874 em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 3.891, já descontada a inflação.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Barna Russo declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,2 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Cabrobó (PE) · PSD · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Transporte1 pessoas, não nomeadasR$ 1.51624,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Cabrobó (PE), 2012
Mediana da disputa: R$ 26,2 por voto. Quem venceu, Paulo Gonçalves, gastou R$ 13,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 83,5; o mais barato, R$ 13,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Irenice PSBR$ 16 mil · 191 votosR$ 83,5
- Doba PSDBR$ 23 mil · 451 votosR$ 51,9
- Marcos De Neuma PSBR$ 40 mil · 794 votosR$ 50,9
- Dr. Jorge PSDR$ 26 mil · 631 votosR$ 40,6
- Claudenor Novaes PTBR$ 41 mil · 1.154 votosR$ 35,1
- Lula De Zezé PTBR$ 26 mil · 760 votosR$ 34,8
- Ramses Sobreira PSBR$ 17 mil · 653 votosR$ 26,2
- Zé Nilson Novaes PPR$ 21 mil · 811 votosR$ 25,3
- Zezito Salu PDTR$ 16 mil · 725 votosR$ 22,1
- Neguinho Truká PSDR$ 17 mil · 1.011 votosR$ 17,2
- Duda Caldas PTBR$ 18 mil · 1.094 votosR$ 16,6
- Paulo Gonçalves PTR$ 17 mil · 1.274 votosR$ 13,5
Votos por real
- 2012, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 81 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.