Barbosa
Antonio Carlos Barbosa · nasceu em 1945
Barbosa se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2010, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2006), PDT (2008–2010).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, suplente.
Declarou ao TSE em 2010: 65 anos, superior completo. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2010Deputado federal · São PauloPDT 1214· centro-esquerdasuplente2.687 votos; 394º mais votado de 1.030 no estado
- 2008Vice-prefeito · Bauru (SP)PDT 12· centro-esquerdaNa chapa de Rosa Izzochapa não eleita17.423 votos da chapa, 9,8%
- 2006Deputado estadual · São PauloMDB 15551· centrosuplente2.729 votos; 625º mais votado de 1.520 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Barbosa teve 2.687 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 394º lugar entre 1.030 candidatos.
Recebeu votos em 143 cidades. Bauru deu 78,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,7%.
As outras 1 eleições para deputado
- Bauru (SP)1.930 votos70,7%
- São Paulo (SP)198 votos7,3%
- Araras (SP)36 votos1,3%
- Agudos (SP)30 votos1,1%
- Osasco (SP)27 votos1%
- Outras 124 cidades332 votos12,2%
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Barbosa declarou R$ 2,5 mi em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2010, o total subiu R$ 1,4 mi acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em São Paulo em 2010.
- BarbosaR$ 2,5 mi
- Mediana dos candidatosR$ 198,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 2,3 mi
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 12 itens declarados em 2010, do maior ao menor
- Banco do BrasilR$ 1,4 miConta corrente no país
- Rua Albino Tambara 9-16 apto 11R$ 197,8 milApartamento
- Rua Constituição 3-42 apto 74R$ 170,3 milApartamento
- R Manoel Pereira Rolla 11-64R$ 163 milCasa
- Toyota Corolla DNW 3567R$ 116,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Rua José Ranieri qd 4 apto 12R$ 111,1 milApartamento
- Rua Maria Jose 5-70 4 andR$ 89 milApartamento
- SantanderR$ 79,4 milConta corrente no país
- Fiat Palio 2007 NGO 9551R$ 61,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco ItaúR$ 60,1 milConta corrente no país
- Banco Itaú S/AR$ 29,3 milConta corrente no país
- Loteamento Vila Aviação qd 9 lote 14R$ 11,9 milTerreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Barbosa declarou ao TSE R$ 104 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 70 mil.
Campanha a campanha
2010 · Deputado federal · São Paulo · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 23 mil68%
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 7.37921,8%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.2223,6%
- TransporteR$ 1.1783,5%
- RepassesR$ 980,3%
Quanto custou cada voto: deputado federal, São Paulo, 2010
Mediana da disputa: R$ 49,4 por voto. Quem venceu, Gabriel Chalita, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 244; o mais barato, R$ 10,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Robson Tuma PTBR$ 6,3 milhões · 25.849 votosR$ 244
- Eduardo Coelho MDBR$ 8,2 milhões · 40.302 votosR$ 204
- Walter Feldman PSDBR$ 9,7 milhões · 105.085 votosR$ 92,7
- Vaccarezza PTR$ 11,6 milhões · 131.685 votosR$ 88
- Aline Correa PPR$ 5,8 milhões · 78.317 votosR$ 74,2
- Paulo Teixeira PTR$ 9,2 milhões · 134.479 votosR$ 68,6
- Alexandre Leite DEMR$ 7,1 milhões · 112.950 votosR$ 63,1
- Alberto Mourao PSDBR$ 6,5 milhões · 104.433 votosR$ 62,6
- Vicente Candido PTR$ 10 milhões · 160.242 votosR$ 62,6
- Genoino PTR$ 5,4 milhões · 92.362 votosR$ 58,4
- Newton Lima Neto PTR$ 6,1 milhões · 110.207 votosR$ 55
- Guilherme Campos DEMR$ 6,1 milhões · 112.852 votosR$ 54,4
- Ricardo Berzoini PTR$ 7,4 milhões · 140.525 votosR$ 52,6
- José Anibal PSDBR$ 8,9 milhões · 170.957 votosR$ 52,2
- Edson Aparecido PSDBR$ 9,1 milhões · 184.403 votosR$ 49,5
- Nelson Marquezelli PTBR$ 5,8 milhões · 117.634 votosR$ 49,4
- José Mentor PTR$ 6,8 milhões · 139.691 votosR$ 48,8
- Arlindo Chinaglia PTR$ 9,9 milhões · 207.465 votosR$ 47,9
- Arnaldo Jardim CIDADANIAR$ 6,7 milhões · 140.641 votosR$ 47,4
- Filippi PTR$ 6,9 milhões · 149.525 votosR$ 46
- Zarattini PTR$ 9,6 milhões · 216.403 votosR$ 44,5
- Márcio França PSBR$ 7,4 milhões · 172.005 votosR$ 43,3
- Thame PSDBR$ 5,9 milhões · 139.727 votosR$ 42,3
- Duarte Nogueira PSDBR$ 5,1 milhões · 124.737 votosR$ 40,9
- Aldo Rebelo PC do BR$ 5,3 milhões · 132.109 votosR$ 39,9
- João Paulo Cunha PTR$ 9,9 milhões · 255.497 votosR$ 38,9
- Rodrigo Garcia DEMR$ 6,7 milhões · 226.073 votosR$ 29,6
- Paulinho Da Força PDTR$ 7,3 milhões · 267.208 votosR$ 27,4
- Bruna Furlan PSDBR$ 7,2 milhões · 270.661 votosR$ 26,6
- Gabriel Chalita PSBR$ 5,7 milhões · 560.022 votosR$ 10,2
Votos por real
- 2010, deputado federal: 80 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 39 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.