Apuração
Deputada estadual · 2006 · PSDB

Barbara Paludo

nasceu em 1941

Barbara Paludo se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleita em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,42← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002DEM2006PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DEM (2002), PSDB (2006).

Dep. federalDep. estadualPartidoDEMPSDB200220042006
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 64 anos, até o fundamental, administrador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputada estadual · Santa Catarina
    PSDB 45395· centro-direita
    suplente1.069 votos; 196º mais votada de 301 no estado
  2. 2002
    Deputada federal · Santa Catarina
    DEM 2530· direita
    suplente5.816 votos; 60º mais votada de 120 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Barbara Paludo teve 1.069 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 196º lugar entre 301 candidatos.

Recebeu votos em 81 cidades. Chapecó deu 49,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 83,6%.

1.069 votos
votos para deputada estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.069 votos.
  1. Chapecó (SC)532 votos49,8%
  2. Florianópolis (SC)86 votos8%
  3. Balneário Camboriú (SC)59 votos5,5%
  4. Faxinal dos Guedes (SC)31 votos2,9%
  5. Concórdia (SC)29 votos2,7%
  6. Outras 66 cidades175 votos16,4%
As outras 1 eleições para deputado
5.816 votos
votos para deputada federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 5.816 votos.
  1. Chapecó (SC)1.518 votos26,1%
  2. Florianópolis (SC)517 votos8,9%
  3. Concórdia (SC)281 votos4,8%
  4. São José (SC)192 votos3,3%
  5. Canoinhas (SC)170 votos2,9%
  6. Outras 192 cidades2.047 votos35,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Barbara Paludo declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 2,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.

R$ 1 mi
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 345.172 na declaração)

Declarou 2,9 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Santa Catarina em 2006.

  • Barbara PaludoR$ 1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 358,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. Area quadra 64 loc chapecoR$ 223 mil
    Imóveis
  2. Terreno localizado cidade de chapecoR$ 214,7 mil
    Imóveis
  3. Açoes ordinarias na empresa habitacon investimentos S/AR$ 209,7 mil
    Dinheiro e aplicações
  4. Participaçcao condominio residencial florença em chapecoR$ 141 mil
    Imóveis
  5. Lote urbano chapecoR$ 104,4 mil
    Imóveis
  6. Apto rua brasil em balneario camboriuR$ 65,6 mil
    Imóveis
  7. Veiculos mercedes 1995R$ 59,6 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  8. Um canal telefonicoR$ 8.279
    Outros
  9. L.un chapecoR$ 2.982
    Outros

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Barbara Paludo declarou ao TSE R$ 202 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputada estadual: R$ 102 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputada estadual · Santa Catarina · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 102,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 102,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro Único Psdb-ScR$ 30,8 mil30,1%
  2. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 23,4 mil22,9%
  3. Próprio bolsoR$ 6.9086,8%

Para onde foi

R$ 102 mil
O maior gasto foi com escritório: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 102 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteR$ 3.7673,7%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 2.9662,9%
  3. EventosR$ 5930,6%

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Santa Catarina, 2006

Mediana da disputa: R$ 20,9 por voto. Quem venceu, Darci De Matos, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 81,2; o mais barato, R$ 11,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputada estadual: 10 votos por R$ 1.000, 19% da mediana da disputa.
  • 2002, deputada federal: 58 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.