Barba
Clóvis Sultanum de Figueiredo · nasceu em 1954
Barba se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PL (2002–2004), CIDADANIA (2006), MDB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 53 anos, superior completo, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado estadual · São PauloCIDADANIA 23343· centrosuplente7.924 votos; 398º mais votado de 1.520 no estado
- 2004
- 2002Deputado estadual · São PauloPL 22242· direitasuplente11.065 votos; 339º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Barba teve 7.924 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 398º lugar entre 1.520 candidatos.
Recebeu votos em 59 cidades. Ferraz de Vasconcelos deu 69,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,1%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Barba declarou R$ 37,7 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2006 e 2008.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- BarbaR$ 37,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Barba declarou ao TSE R$ 105 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 44 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Ferraz de Vasconcelos (SP) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 19,1 mil62,8%
- Próprio bolsoR$ 11,3 mil37,2%
Para onde foi
- OutrosR$ 17,9 mil59%
- ServiçosR$ 12,4 mil40,7%
- EscritórioR$ 800,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Ferraz de Vasconcelos (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 47,1 por voto. Quem venceu, Aparecido Marabraz, gastou R$ 31,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 150; o mais barato, R$ 31,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alfredo Do Sindicato PDTR$ 59 mil · 390 votosR$ 150
- Claudio Ramos PTR$ 94 mil · 751 votosR$ 125
- Dra. Eliane Barnabe PSBR$ 45 mil · 397 votosR$ 114
- Rubinho PTR$ 76 mil · 736 votosR$ 103
- Edson Cury PSBR$ 102 mil · 1.323 votosR$ 77,1
- Nicolas PSBR$ 74 mil · 1.189 votosR$ 62,3
- Fofão PSBR$ 51 mil · 1.094 votosR$ 47,1
- Rose Crossi PSBR$ 69 mil · 1.623 votosR$ 42,6
- Dona Analia PTBR$ 64 mil · 1.596 votosR$ 39,8
- Juracy MDBR$ 49 mil · 1.326 votosR$ 36,9
- Pastor Vagner PSBR$ 48 mil · 1.344 votosR$ 35,5
- Aparecido Marabraz PTR$ 48 mil · 1.499 votosR$ 31,8
Votos por real
- 2008, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 252 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 253 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.