Apuração
Vereador · 2020 · PTB

Banha

Edson Savietto · nasceu em 1960

Banha se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 4.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPTB−0,06← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2006PSOL2008PDT2012PDT2016CIDADANIA2020PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.

Passou por 5 partidos: PT (2004), PSOL (2006), PDT (2008–2012), CIDADANIA (2016), PTB (2020).

Dep. estadualVereadorPartidoPTPSOLPDTCIDADANIAPTB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, superior completo, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PTB 14500· centro-direita
    suplente
  2. 2016
    CIDADANIA 23000· centro
    eleito589 votos
  3. 2012
    PDT 12000· centro-esquerda
    eleito985 votos
  4. 2008
    PDT 12000· centro-esquerda
    eleito1.118 votos
  5. 2006
    Deputado estadual · São Paulo
    PSOL 50651· esquerda· na urna, Edson Savietto Banha
    suplente2.622 votos; 635º mais votado de 1.520 no estado
  6. 2004
    PT 13651· centro-esquerda
    eleito1.129 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Banha teve 2.622 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 635º lugar entre 1.520 candidatos.

Recebeu votos em 25 cidades. Ribeirão Pires deu 89,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,6%.

2.622 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 2.622 votos.
  1. Ribeirão Pires (SP)2.340 votos89,2%
  2. Santo André (SP)70 votos2,7%
  3. Mauá (SP)54 votos2,1%
  4. Rio Grande da Serra (SP)53 votos2%
  5. São Paulo (SP)38 votos1,4%
  6. Outras 10 cidades10 votos0,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Banha declarou R$ 179,6 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 56,1 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 179,6 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 125.000 na declaração)

Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.

  • BanhaR$ 179,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 179,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Banha declarou ao TSE R$ 176 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 71 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Ribeirão Pires (SP) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 6.296
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.296.
  1. PessoasR$ 4.79076,1%
  2. Próprio bolsoR$ 1.50623,9%

Para onde foi

R$ 6.296
O maior gasto foi com material impresso: 84% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.296.
  1. Material impressoR$ 5.30684,3%
  2. PessoalR$ 99115,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Ribeirão Pires (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 63,5 por voto. Quem venceu, Rato Teixeira, gastou R$ 15,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 766; o mais barato, R$ 15,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Ana Lajarin PODER$ 40 mil · 52 votosR$ 766
  • Dra Mairim PLR$ 39 mil · 259 votosR$ 151
  • Fabio Da Kassel PLR$ 31 mil · 208 votosR$ 147
  • Marta De Ouro Fino PSDR$ 47 mil · 474 votosR$ 98,7
  • Keila Jordão PODER$ 29 mil · 326 votosR$ 89,6
  • Rogério Do Açougue PSBR$ 37 mil · 509 votosR$ 72,5
  • Carlinhos Trindade PSDR$ 53 mil · 834 votosR$ 63,5
  • Silvino Castro REPUBLICANOSR$ 34 mil · 573 votosR$ 60
  • Guto Volpi PLR$ 62 mil · 1.207 votosR$ 51
  • Lau Almeida PSDBR$ 36 mil · 1.217 votosR$ 29,2
  • Edmar Aerocar PSDR$ 29 mil · 1.045 votosR$ 28,1
  • Rato Teixeira PTBR$ 24 mil · 1.586 votosR$ 15,3

Votos por real

  • 2020, vereador: 78 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 47 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.