Apuração
Deputado federal · 2018 · MDB

Banda Roxa

Miguel Tanure Correia · nasceu em 1955

Banda Roxa se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,29← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSDB2012MDB2016MDB2018MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2008), MDB (2012–2018).

Dep. federalPrefeitoVice-prefeitoPartidoPSDBMDB20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, não eleito.

Declarou ao TSE em 2018: 62 anos, superior completo, engenheiro, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Bahia
    MDB 1599· direita
    não eleito3.525 votos; 133º mais votado de 447 no estado
  2. 2016
    Prefeito · Ipiaú (BA)
    MDB 15· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  3. 2012
    Vice-prefeito · Ipiaú (BA)
    MDB 15· centro-direita
    Na chapa de Deraldino
    chapa eleita13.126 votos da chapa, 55,8%
  4. 2008
    Vice-prefeito · Ipiaú (BA)
    PSDB 15· centro-direita
    Na chapa de Deraldino
    chapa eleita11.020 votos da chapa, 50,8%
  5. 2004
    Prefeito · Ipiaú (BA)
    PSDB 45· centro-direita· na urna, Banda Roxa - Banda
    não eleito1.247 votos, 5,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Banda Roxa teve 3.525 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 133º lugar entre 447 candidatos.

Recebeu votos em 79 cidades. Ipiaú deu 73,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,4%.

3.525 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 3.525 votos.
  1. Ipiaú (BA)2.578 votos73,1%
  2. Salvador (BA)218 votos6,2%
  3. Itagibá (BA)111 votos3,1%
  4. Ibirataia (BA)111 votos3,1%
  5. Mucuri (BA)78 votos2,2%
  6. Outras 64 cidades198 votos5,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Banda Roxa declarou R$ 273,8 mil em bens, em reais de hoje: 4,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2018, o total subiu R$ 60,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 273,8 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 179.911 na declaração)

Declarou 4,1 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal na Bahia em 2018.

  • Banda RoxaR$ 273,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 67,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 273,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. #Nulo#R$ 152,2 mil
    Dinheiro em espécie
  2. #Nulo#R$ 63,3 mil
    Outros bens e direitos
  3. #Nulo#R$ 56,8 mil
    Outros bens e direitos
  4. #Nulo#R$ 1.425
    Dinheiro em espécie
  5. #Nulo#R$ 15
    Fundos de longo prazo e FIDC

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Banda Roxa declarou ao TSE R$ 370 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 156 mil, 97% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado federal · Bahia · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 156,1 mil
97% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 156,1 mil.
  1. Fundo partidárioTudo de Mdb - Movimento Democratico Brasileiro - Bahia - Ba .- EstadualR$ 150,8 mil96,6%
  2. PessoasR$ 5.2783,4%

Para onde foi

R$ 150,8 mil
O maior gasto foi com pessoal: 33% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 150,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoalTudo de Elizete De Souza Sampaio 00253275504R$ 50,3 mil33,3%
  2. Material impressoTudo de M C Santos De Oliveira ServicosR$ 44 mil29,2%
  3. TransporteTudo de M Almeida Comercio De Combustiveis LtdaR$ 33,9 mil22,5%
  4. EscritórioR$ 14< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Bahia, 2018

Mediana da disputa: R$ 25,1 por voto. Quem venceu, Antonio Brito, gastou R$ 11,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 123; o mais barato, R$ 11,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 23 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 12 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.