Bambú
Renato Vicente de Jesus · nasceu em 1990
Bambú disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Sanclerlândia (GO)), pelo PDT: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 25 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Bambú declarou R$ 24,4 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 59% da mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- BambúR$ 24,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Bambú declarou ao TSE R$ 48 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Sanclerlândia (GO) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 45,2 mil93,6%
- Próprio bolsoR$ 2.7305,7%
- Outros candidatosR$ 3510,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.72856,1%
- TransporteR$ 1.35443,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Sanclerlândia (GO), 2016
Mediana da disputa: R$ 27,5 por voto. Quem venceu, Sonera, gastou R$ 13,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 96,4; o mais barato, R$ 13,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jovair Mendonça PSDBR$ 8,8 mil · 91 votosR$ 96,4
- Didi Da Fartura PSDBR$ 15 mil · 162 votosR$ 90,4
- Vilmarcos Do Onibus PSDBR$ 8,4 mil · 162 votosR$ 52,1
- Clesio Nunes PSDBR$ 15 mil · 337 votosR$ 43,7
- Lucimar Do Pitute PSDBR$ 7,3 mil · 186 votosR$ 39,3
- Martone Candido PSDR$ 9,4 mil · 315 votosR$ 29,8
- Zé Maria Do Cartório PSDBR$ 8,4 mil · 305 votosR$ 27,5
- Joao Paulo PSDR$ 9 mil · 348 votosR$ 25,7
- Ronaldo MDBR$ 8,4 mil · 504 votosR$ 16,6
- Helio Leiteiro PPR$ 6 mil · 384 votosR$ 15,5
- Vandinho PSDBR$ 6,5 mil · 421 votosR$ 15,3
- Sonera PSDBR$ 6,9 mil · 500 votosR$ 13,9
Votos por real
- 2016, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.