Baiano do Sindimármore
José Lourenço de Jesus Gomes · nasceu em 1967
Baiano do Sindimármore se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PT (2012), PRP (2016), PSB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 57 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Baiano do Sindimármore declarou R$ 440,7 mil em bens, em reais de hoje: 31 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 115,4 mil acima da inflação.
Declarou 31 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2024.
- Baiano do SindimármoreR$ 440,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 14,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Propriedade RuralR$ 187,8 milOutros bens imóveis rural
- AutomóvelR$ 143,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caderneta de poupançaR$ 55,9 milCaderneta de poupança
- CaminhoneteR$ 39,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- MotocicletaR$ 11 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- AplicaçãoR$ 2.670Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Baiano do Sindimármore declarou ao TSE R$ 45 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 18 mil, 0,5% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Vargem Alta (ES) · PSB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 6.30352,3%
- Fundo eleitoralR$ 2.98524,7%
- Próprio bolsoR$ 2.18718,1%
- Outros candidatosR$ 5104,2%
- PartidoR$ 770,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.20794,3%
- EscritórioR$ 1945,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Vargem Alta (ES), 2024
Mediana da disputa: R$ 60,3 por voto. Quem venceu, Celio Sartori, gastou R$ 18,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 197; o mais barato, R$ 18,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bruna Lage PODER$ 13 mil · 65 votosR$ 197
- Ozeas Pasti PODER$ 5,5 mil · 51 votosR$ 107
- Vanderlei Vanini PODER$ 5,5 mil · 79 votosR$ 69,2
- Aylla Agrizzi PODER$ 5,7 mil · 87 votosR$ 65,7
- Alessandra Fassarella PODER$ 26 mil · 405 votosR$ 63,9
- Luciano Procópio PSBR$ 5,7 mil · 93 votosR$ 60,9
- Eliane Turini PSBR$ 20 mil · 340 votosR$ 60,3
- Inez Cereza PODER$ 10 mil · 200 votosR$ 50,2
- Marino PODER$ 5,7 mil · 137 votosR$ 41,9
- Jean Fim PSBR$ 6,8 mil · 298 votosR$ 22,9
- Vicente Marques PODER$ 7,2 mil · 352 votosR$ 20,5
- Celio Sartori PODER$ 13 mil · 690 votosR$ 18,8
Votos por real
- 2024, vereador: 44 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.