Edmar Engenheiro
Edmar Fernandes · nasceu em 1978
Edmar Engenheiro se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSL (2008–2012), PSB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 45 anos, superior completo, engenheiro, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Gameleiras (MG)PSB 13· centro-esquerdaNa chapa de Rogerio Rochachapa não eleita567 votos da chapa, 15,2%
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Edmar Engenheiro declarou R$ 42 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total caiu R$ 45,7 mil, já descontada a inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Edmar Engenheiro declarou ao TSE R$ 9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,2 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Gameleiras (MG) · PSL · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.56054,5%
- PartidoR$ 1.30045,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.36182,6%
- ServiçosR$ 32511,4%
- EscritórioR$ 1736,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Gameleiras (MG), 2012
Edmar Professor: R$ 43,3 por voto (mediana da disputa, R$ 26,1). Quem venceu, Massá, gastou R$ 14,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 214; o mais barato, R$ 14,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Edmar Professor. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Godão Do Brejo PTBR$ 5,1 mil · 24 votosR$ 214
- Edmar Professor PSLR$ 2,9 mil · 66 votosR$ 43,3
- Ze Maria Do Cartorio PTR$ 4,1 mil · 105 votosR$ 39,4
- Joel De Lena MDBR$ 8,4 mil · 270 votosR$ 31,2
- Geraldino PLR$ 5,4 mil · 178 votosR$ 30,3
- Valdecir De Alcino PTBR$ 6,6 mil · 242 votosR$ 27,1
- Cobrinha PTBR$ 4,9 mil · 187 votosR$ 26,1
- Mimi Do Engenho PTBR$ 7,3 mil · 309 votosR$ 23,6
- Aneci PPR$ 5,4 mil · 289 votosR$ 18,7
- Marli PTBR$ 5,3 mil · 314 votosR$ 16,9
- Kidão Do Brejo PPR$ 5,6 mil · 335 votosR$ 16,7
- Massá PTBR$ 5,3 mil · 364 votosR$ 14,5
Votos por real
- 2012, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.