Augusto Picinini
nasceu em 1946
Augusto Picinini disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Junqueirópolis (SP)), pelo PTB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 62 anos, até o fundamental, trabalhador de fabricação de produtos têxteis (exceto roupas). O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Augusto Picinini declarou R$ 188,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 3,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Augusto PicininiR$ 188,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Augusto Picinini declarou ao TSE R$ 977 em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Junqueirópolis (SP) · PTB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 76378,1%
- Próprio bolsoR$ 21421,9%
Para onde foi
- OutrosR$ 76393,4%
- EscritórioR$ 546,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Junqueirópolis (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 23,5 por voto. Quem venceu, Miguel Do Sindicato, gastou R$ 7,20 por voto. O voto mais caro custou R$ 190; o mais barato, R$ 7,20.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Milton Campos PTR$ 5,1 mil · 27 votosR$ 190
- Raide Passone PTR$ 4 mil · 28 votosR$ 141
- Moacir Olivier PTR$ 4,3 mil · 75 votosR$ 57,1
- Nair De Souza PTR$ 17 mil · 562 votosR$ 30,9
- Edvaldo Carvalho CIDADANIAR$ 20 mil · 669 votosR$ 29,2
- Gilson Professor PVR$ 4 mil · 157 votosR$ 25,6
- Roberto Fujiwara PSDBR$ 5,2 mil · 221 votosR$ 23,5
- Rui Da Ambulância PSBR$ 11 mil · 541 votosR$ 20
- Eder Laranjeiro PTBR$ 3,9 mil · 236 votosR$ 16,4
- Elayne Da Farmácia PVR$ 4,5 mil · 401 votosR$ 11,3
- Pedro Silva PSCR$ 3,9 mil · 489 votosR$ 8,02
- Miguel Do Sindicato PTR$ 3,6 mil · 498 votosR$ 7,20
Votos por real
- 2008, vereador: 191 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.