Augusto do Japãozinho
José Augusto da Silva · nasceu em 1970
Augusto do Japãozinho se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 4 partidos: PSC (2008), PRTB (2012–2016), PC do B (2020), MOBILIZA (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 53 anos, superior completo. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Augusto do Japãozinho declarou R$ 344,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 129 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador em Sergipe não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Augusto do Japãozinho declarou ao TSE R$ 42 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Aracaju (SE) · MOBILIZA · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Aracaju (SE), 2024
Mediana da disputa: R$ 152 por voto. Quem venceu, Ricardo Vasconcelos, gastou R$ 23,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 247; o mais barato, R$ 23,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Neto Coutinho REPUBLICANOSR$ 264 mil · 1.065 votosR$ 247
- Edson Xaropinho PODER$ 262 mil · 1.082 votosR$ 243
- Sergio Goes PODER$ 261 mil · 1.118 votosR$ 233
- William Fonseca REPUBLICANOSR$ 264 mil · 1.319 votosR$ 200
- Bertulino Menezes PLR$ 261 mil · 1.344 votosR$ 194
- Dra. Elaine Oliveira PLR$ 266 mil · 1.381 votosR$ 192
- Bigode Do Santa Maria PSDR$ 262 mil · 1.728 votosR$ 152
- Sávio Neto De Vardo PODER$ 284 mil · 2.872 votosR$ 99
- Miltinho Dantas PSDR$ 262 mil · 3.416 votosR$ 76,8
- Nitinho PSDR$ 271 mil · 5.607 votosR$ 48,4
- Moana Valadares PLR$ 312 mil · 7.216 votosR$ 43,3
- Ricardo Vasconcelos PSDR$ 262 mil · 11.120 votosR$ 23,6
Votos por real
- 2020, vereador: 324 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 171 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 252 votos por R$ 1.000, 9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 261 votos por R$ 1.000, 6,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.