Augusto de Moraes
Augusto de Moraes Neto · nasceu em 1965
Augusto de Moraes se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2004–2006), MDB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 43 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado estadual · Mato GrossoPTB 14555· centro-direita· na urna, Augusto Moraessuplente4.038 votos; 62º mais votado de 171 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Augusto de Moraes teve 4.038 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 62º lugar entre 171 candidatos.
Recebeu votos em 34 cidades. Rondonópolis deu 45,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Augusto de Moraes declarou R$ 150,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 1,2 mi, já descontada a inflação.
Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2008.
- Augusto de MoraesR$ 150,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 99,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 169,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Augusto de Moraes declarou ao TSE R$ 251 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 210 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Rondonópolis (MT) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 13,4 mil64,1%
- Outros candidatosR$ 7.51035,9%
Para onde foi
- OutrosR$ 10,8 mil51,6%
- Material impressoR$ 4.84623,2%
- TransporteR$ 4.34820,8%
- EscritórioR$ 9324,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Rondonópolis (MT), 2008
Mediana da disputa: R$ 96,8 por voto. Quem venceu, João Gomes, gastou R$ 73 por voto. O voto mais caro custou R$ 183; o mais barato, R$ 73.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professora Vilma PSBR$ 218 mil · 1.189 votosR$ 183
- Hussein PLR$ 236 mil · 1.388 votosR$ 170
- Cido Silva PPR$ 226 mil · 1.614 votosR$ 140
- Ailton Das Neves PLR$ 263 mil · 1.995 votosR$ 132
- Fábio Cardozo PLR$ 289 mil · 2.208 votosR$ 131
- Valdir Clemente PLR$ 251 mil · 2.167 votosR$ 116
- Zé Márcio Guedes PLR$ 245 mil · 2.527 votosR$ 96,8
- Mohamed Zaher PLR$ 285 mil · 2.973 votosR$ 96
- Olimpio Alvis PLR$ 231 mil · 2.736 votosR$ 84,4
- Ananias Filho PLR$ 215 mil · 2.617 votosR$ 82,3
- Hélio Pitioni PLR$ 239 mil · 3.273 votosR$ 73,1
- João Gomes PLR$ 271 mil · 3.707 votosR$ 73
Votos por real
- 2008, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 19 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.