Augusto Diavão
Augusto Cesar Diavão · nasceu em 1968
Augusto Diavão se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PDT (2004), PTB (2016), UNIÃO (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, superior completo, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2004Vereador · Mangueirinha (PR)PDT 12345· centro-esquerda· na urna, Augusto Cesar Diavaoeleito768 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Augusto Diavão declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 3,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2016 e 2024, o total caiu R$ 550,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Paraná em 2024.
- Augusto DiavãoR$ 1,7 mi
- Mediana dos candidatosR$ 466,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 623,5 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 11 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Imóvel ruralR$ 887,4 milOutros bens imóveis rural
- Imóvel ruralR$ 408,7 milOutros bens imóveis rural
- Ford RangerR$ 183,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- CaminhãoR$ 44,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fiat StradaR$ 42,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Cotas Capital-CRESOLR$ 33,4 milQuotas ou quinhões de capital
- Imovél suburbanoR$ 33,1 milOutros bens imóveis
- Cotas Capital- CODEPAR$ 25,3 milQuotas ou quinhões de capital
- Imóvel suburbanoR$ 20,7 milOutros bens imóveis
- imóvel ruralR$ 18,4 milOutros bens imóveis rural
- Cota Capital-COAMOR$ 6.610Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Augusto Diavão declarou ao TSE R$ 108 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para prefeito: R$ 96 mil.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Mangueirinha (PR) · UNIÃO · não eleito
De onde veio
- Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 69,8 mil72,5%
- Próprio bolsoR$ 26,5 mil27,5%
Para onde foi
- Serviços4 pessoas, não nomeadasR$ 22,4 mil24,5%
- Pessoal6 pessoas, não nomeadasR$ 11 mil12%
- TransporteR$ 2.6382,9%
- EscritórioR$ 5< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Mangueirinha (PR), 2024
Augusto Diavão: R$ 29,6 por voto (mediana da disputa, R$ 29,6). Quem venceu, Leandro Dorini, gastou R$ 73,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 73,6; o mais barato, R$ 28.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Augusto Diavão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Leandro Dorini PSDR$ 294 mil · 3.995 votosR$ 73,6
- Mussum PTR$ 71 mil · 1.013 votosR$ 70,5
- Augusto Diavão UNIÃOR$ 92 mil · 3.100 votosR$ 29,6
- Ivo Da Saúde PSDBR$ 88 mil · 3.149 votosR$ 28
Votos por real
- 2024, prefeito: 35 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.