Pablo Civitella
nasceu em 1981
Pablo Civitella se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PTB (2004–2010), PT (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 30 anos, ensino médio, ator e diretor de espetáculos públicos. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado federal · São PauloPTB 1467· centro-direita· na urna, Ator Pablo Civitellasuplente3.438 votos; 358º mais votado de 1.030 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Pablo Civitella teve 3.438 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 358º lugar entre 1.030 candidatos.
Recebeu votos em 72 cidades. Tietê deu 71,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Pablo Civitella declarou R$ 21,9 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 67% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Pablo CivitellaR$ 21,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Pablo Civitella declarou ao TSE R$ 123 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 93 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Tietê (SP) · PT · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.62156,3%
- PessoasR$ 5.63236,8%
- PartidoR$ 7044,6%
- Outros candidatosR$ 3552,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 9.52062,2%
- TransporteR$ 5.78337,8%
- EscritórioR$ 110,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Tietê (SP), 2012
Pablo Civitella: R$ 47,6 por voto (mediana da disputa, R$ 41,8). Quem venceu, Dr. João Martelini, gastou R$ 9,50 por voto. O voto mais caro custou R$ 83,1; o mais barato, R$ 9,50.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pablo Civitella. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nilson Duarte PSBR$ 16 mil · 196 votosR$ 83,1
- Mauro (Nello) PVR$ 15 mil · 198 votosR$ 74,6
- Titão Paludeto PVR$ 12 mil · 195 votosR$ 61,5
- Alziro PPR$ 10 mil · 165 votosR$ 61,5
- Kiko Aronchi (Live-E) PHSR$ 26 mil · 471 votosR$ 54,7
- Pablo Civitella PTR$ 15 mil · 322 votosR$ 47,6
- Fabiana Mazzer PRPR$ 24 mil · 583 votosR$ 41,8
- Conceiçao Dal Bo PSDR$ 11 mil · 306 votosR$ 34,9
- Fulia PVR$ 13 mil · 367 votosR$ 34,5
- Dr Pedro PVR$ 26 mil · 883 votosR$ 29,3
- Palmiro PPR$ 9,2 mil · 382 votosR$ 24,1
- Dr. João Martelini PSDBR$ 15 mil · 1.598 votosR$ 9,50
Votos por real
- 2012, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 37 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 217 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.