Apuração
Vereador · 2012 · DC

Ata

Ata Hammoud · nasceu em 1963

Ata se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDC+0,48← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008DC2010DC2012DC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo DC.

Dep. estadualVereadorPartidoDC200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 49 anos, até o fundamental, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Paranaguá (PR)
    DC 27100· direita
    suplente
  2. 2010
    Deputado estadual · Paraná
    DC 27000· direita· na urna, Ata da Ilha
    suplente525 votos; 342º mais votado de 526 no estado
  3. 2008
    Vereador · Paranaguá (PR)
    DC 27000· direita· na urna, Ata da Mikerinos
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Ata teve 525 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 342º lugar entre 526 candidatos.

Recebeu votos em 16 cidades. Paranaguá deu 85,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,8%.

525 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 525 votos.
  1. Paranaguá (PR)451 votos85,9%
  2. Curitiba (PR)32 votos6,1%
  3. Morretes (PR)12 votos2,3%
  4. Guaraqueçaba (PR)10 votos1,9%
  5. Campo Largo (PR)5 votos1%
  6. Outras 1 cidade1 voto0,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Ata declarou ao TSE R$ 66 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 51 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado estadual · Paraná · DC · suplente

De onde veio

R$ 14,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,9 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 8.01953,9%
  2. Outros candidatosTudo de Carlos Alberto RichaR$ 6.86646,1%

Para onde foi

R$ 14,8 mil
O maior gasto foi com material impresso: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Posto LocatelliR$ 4.10527,7%
  2. OutrosTudo de Carlos Alberto RichaR$ 2.76118,6%
  3. EscritórioR$ 1661,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Paraná, 2010

Mediana da disputa: R$ 27,1 por voto. Quem venceu, Nereu Moura, gastou R$ 13,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 486; o mais barato, R$ 13,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 35 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 5,2 votos por R$ 1.000, 13% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.