Ary Gomes
Arinaldo da Silva Gomes · nasceu em 1966
Ary Gomes se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, superior completo, servidor público federal, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · Rio Grande do NortePSDB 45111· centro-direitasuplente249 votos; 158º mais votado de 244 no estado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Ary Gomes teve 249 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 158º lugar entre 244 candidatos.
Recebeu votos em 38 cidades. Natal deu 63,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ary Gomes declarou R$ 292,4 mil em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 505,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.
- Ary GomesR$ 292,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ary Gomes declarou ao TSE R$ 50 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 27 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Santa Cruz (RN) · PSDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 64856,6%
- PessoasR$ 49743,4%
Para onde foi
- ServiçosR$ 72963,6%
- Material impressoR$ 16214,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 16214,1%
- EscritórioR$ 928,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Cruz (RN), 2016
Mediana da disputa: R$ 15,3 por voto. Quem venceu, Raimundo Fernandes, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 25,9; o mais barato, R$ 10,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Erivan Justino MDBR$ 9,5 mil · 367 votosR$ 25,9
- Aninha De Cleide PDTR$ 28 mil · 1.237 votosR$ 22,8
- Monik Melo PODER$ 19 mil · 947 votosR$ 19,8
- Tarcísio PSBR$ 21 mil · 1.096 votosR$ 19,6
- Dr Thiago MDBR$ 18 mil · 1.010 votosR$ 17,4
- Mário Farias MDBR$ 13 mil · 784 votosR$ 16,3
- Fabio Dias PSBR$ 13 mil · 863 votosR$ 15,3
- Genaro Filho PSBR$ 11 mil · 746 votosR$ 14,3
- Gean Paraibano MDBR$ 14 mil · 1.158 votosR$ 11,8
- Paulo Cesar Bejú PSDR$ 15 mil · 1.337 votosR$ 11,3
- João Victor PSDBR$ 12 mil · 1.101 votosR$ 10,6
- Raimundo Fernandes PSBR$ 12 mil · 1.165 votosR$ 10,2
Votos por real
- 2016, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 23 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.