Arno
Arno Dal Ponte · nasceu em 1954
Arno disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Timbé do Sul (SC)), pelo MDB: suplente.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 54 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Arno declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 8,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.
Declarou 8,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.
- ArnoR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Um terreno rural 12R$ 1,1 miBens rurais e animais
- Trator agricolaR$ 64,7 milVeículos, barcos e aeronaves
- Veiculo vectra ano 1997R$ 59,3 milVeículos, barcos e aeronaves
- Dinheiro em especieR$ 27 milDinheiro e aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Arno declarou ao TSE R$ 5,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Timbé do Sul (SC) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.48168,4%
- PartidoR$ 1.60631,6%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Timbé do Sul (SC), 2008
Mediana da disputa: R$ 31 por voto. Quem venceu, Rinaldo Ghelere, gastou R$ 18,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 138; o mais barato, R$ 18,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luizinho DEMR$ 5,5 mil · 40 votosR$ 138
- Walmor Dal Pont PPR$ 5,5 mil · 41 votosR$ 135
- Ademilson Luiz DEMR$ 5,5 mil · 70 votosR$ 78,9
- Polenta MDBR$ 7,1 mil · 206 votosR$ 34,4
- Mandeli MDBR$ 6,8 mil · 211 votosR$ 32,5
- Zé Baga MDBR$ 7,3 mil · 231 votosR$ 31,5
- Adelino Alessio - Tico PPR$ 5,5 mil · 178 votosR$ 31
- Moacir DEMR$ 5,5 mil · 228 votosR$ 24,2
- Tio Quira PPR$ 6,1 mil · 258 votosR$ 23,5
- Dema PPR$ 5,5 mil · 261 votosR$ 21,2
- Marlon Panatta DEMR$ 5,5 mil · 270 votosR$ 20,5
- Rinaldo Ghelere DEMR$ 5,5 mil · 292 votosR$ 18,9
Votos por real
- 2008, vereador: 29 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.